O destaque no programa reforça a relevância da iniciativa e mostra como a educação pode contribuir para enfrentar desafios contemporâneos
Por: SESI-SP
16/07/202611:22- atualizado às 11:24 em 16/07/2026
A reportagem do Globo Repórter, exibida na sexta-feira (10), trouxe à tona um tema que vem mobilizando educadores, famílias e especialistas: o avanço de discursos misóginos nas redes sociais e seus impactos sobre adolescentes. Ao abordar o fenômeno conhecido como “machosfera”, o programa apresentou iniciativas que buscam enfrentar esse cenário por meio da educação, entre elas o Programa Juventudes AntiMisoginia, do SESI-SP.
Criado em 2025, o programa promove ações de conscientização e formação cidadã para combater a discriminação contra mulheres e meninas, incentivando o respeito, a igualdade de gênero e o pensamento crítico entre os jovens. A iniciativa reúne estudantes, educadores e comunidades escolares em espaços de diálogo e reflexão sobre convivência, cidadania e enfrentamento à violência de gênero.
Um dos pilares do programa é o protagonismo estudantil. Por meio de comitês formados por alunos do Ensino Fundamental e Médio, as escolas desenvolvem campanhas, rodas de conversa e ações educativas que estimulam a construção de ambientes mais inclusivos e respeitosos.


Evento de lançamento (2025) reuniu cerca de 450 participantes, entre estudantes,
professores e diretores da rede SESI-SP. Fotos: Karim kahn/Sesi-sp
Inspirado em uma mobilização iniciada por estudantes da Escola SESI de Regente Feijó, o Juventudes AntiMisoginia foi ampliado para toda a rede SESI-SP e hoje se consolidou como uma referência na promoção da igualdade de gênero e na formação de jovens comprometidos com a transformação social.
O destaque no Globo Repórter reforça a relevância da iniciativa e mostra como a educação pode contribuir para enfrentar desafios contemporâneos, promovendo uma cultura baseada no respeito, no diálogo e na valorização das diferenças.