O "Laboratório Disruptivo” inspirado na exposição “Ruptura de nós”, propõe 4 encontros, que buscam de forma colaborativa e construtiva, romper e dar nós acerca das artes, através da lente decolonial.
Em "Ruptura de Nós", Gilberto Júnior, nos propõe a desconexão, a mudança, a transformação, querida e não querida. Romper com algo é sempre complexo, envolve uma gama de sentidos e sentimentos que nem sempre estamos prontos para realizar.
Aqui o "nós" quando dito, toma sentido poético, daqueles que se dão em cordas, linhas e fios, a fim de uni-los, e o “nós” como indicativo de ação coletiva presente e consciente.
Em seu texto temos apontamentos de rupturas possíveis a nós, dentre elas a do olhar colonialista que colocou no centro regras para as interpretações, que indicam o que entender e como entender, com pouco ou quase nem um espaço para o apreciamento do diverso.
O quanto a certeza do mesmo te afaga?
Quem disse que é assim, ou só assim?
Cultura é poder?
A palavra que rompe
Disruptura literária e a poesia slam
Neste encontro iremos conversar sobre a poesia slam e suas comunidades de poesias faladas (slam’s, sarau e batalhas de rimas), sua história, campeonatos pelo mundo, reconhecimento acadêmico e produção literária independente, entendendo como esse movimento tem se tornado importantes ponto de encontro de jovens, que buscam manifestar suas produções poéticas, artísticas e também debater e explorar novos assuntos, sempre antenados a questões sociais
Em uma roda de conversa serão apresentados, textos de slammers, referências da cultura e história, através de manifestações locais.
75 min