Oficina intensiva dedicada à criação musical por meio da escrita de código em tempo real, prática conhecida como livecoding. Introduz a prática da transformação e composição algorítmicas aplicadas à performance e se encerra com uma apresentação pública coletiva. Voltada a pessoas iniciantes e artistas interessadas em experimentação sonora e programação, sem necessidade de experiência prévia em programação ou teoria musical.
Livecoding é a prática de criar música, imagens em movimento, luz e até dança e poesia por meio da escrita de código em tempo real, geralmente no contexto de performances ao vivo. Os códigos, enquanto são escritos, são mostrados em projeções ou telas para que o público possa acompanhar sua construção e, mesmo que intuitivamente, relacioná-los ao resultado sonoro e/ou visual produzido.
Gil Fuser é um artista que explora a intersecção entre arte e tecnologia. Cria performances e instalações com sensores, plantas, objetos do cotidiano, baixa tecnologia eletrônica, além de instrumentos e programas criados por ele próprio. Produz música e imagens em tempo real por meio de linguagem de programação escrita ao vivo (livecoding). Cria trilhas sonoras para performances, podcasts e peças radiofônicas. Faz parte de coletivos como: Society for
Non-Trivial Pursuits (S4NTP), Algorave BR e Roda de Código e com a comunidade Algorave Brasil.
Entre 2014 e 2017, em Berlim, foi aluno no curso de arte mídia, com foco em arte gerativa e computacional na UdK. Atualmente estuda Microeletrônica na Fatec-SP.
Marti Pereira, Graduada em Mediação Cultural - Letras e Artes pela Universidade Federal da Integração Latino-Americana, é artista sonora fazendo música experimental desde 2017 como desdansá. Sua prática explora síntese digital através da programação de instrumentos e sistemas, oscilando na fronteira entre composição, improvisação e performance, utilizando ferramentas de programação musical, como Supercollider, Pure Data, Max/Msp assim como linguagens de livecoding, como Tidal Cycles e ORCA. Além de seu trabalho independente, possui dois álbuns lançados pelo selo japonês Tokinogake, que reúne diversos nomes da música experimental e arte sonora internacional, atualmente faz parte do coletivo Roda de Código.
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