Brincando com a premissa de que um jovem artista é moldado tanto pelos papéis que interpreta quanto pelo seu histórico familiar, o encenador suíço Milo Rau explora em cena os acontecimentos que, de forma imperceptível, alteram o curso da vida de qualquer um: conflitos geracionais, história política, amor e morte. Bem-humorada, a obra é um manifesto sobre o que o teatro popular pode ser hoje. Da história da heroína francesa Joana d’Arc à peça A Gaivota, do dramaturgo russo Anton Tchekhov, o espetáculo se desdobra em diversos planos, em um constante vaivém entre arte e vida – no qual até mesmo os mortos retornam ao palco com a ajuda de vozes gravadas.
FICHA TÉCNICA
Direção: Milo Rau
Texto: Milo Rau e equipe
Com: Arne de Tremerie, Olga Mouak
Vozes: Anne Alvaro, Isabelle Huppert, Jocelyne Monier, Marijke Pinoy
Dramaturgia: Giacomo Bisordi
Assistentes artísticos: Giacomo Bisordi, Edward Fortes
Cenografia, concepção sonora, concepção de luz, figurinos e adereços: Milo Rau, Giacomo
Bisordi
Assistente de figurinos e adereços: Julie Louvain
Direção técnica: Laurent Berger
Responsável pelo som: Nadal Marchal
Produção: Festival d’Avignon
Coprodução: Éclat – Centre National des Arts de la Rue et de l’Espace Public (Aurillac),
Théâtre de la Manufacture – Centre Dramatique National Nancy Lorraine, Théâtre Silvia
Monfort (Paris), Théâtre Public de Montreuil – Centre Dramatique National, Théâtre du
Champ au Roy – Scène Conventionnée d’Intérêt National Art & Création (Guingamp), Le
Canal Théâtre de Redon – Agglomération Scène Conventionnée d’Intérêt National, CCAS
Activités Sociales de l’Énergie, Scène 55 – Scène Conventionnée d’Intérêt National Art &
Création (Mougins), Théâtre Durance – Scène Nationale (Château-Arnoux-Saint-Auban), La
Soufflerie – Scène Conventionnée de Rezé
Teatro do SESI São Paulo
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