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DANÇA EM TRÂNSITO 2023

PROGRAMAÇÃO

Projeto: Mostra de Dança

 

15 e 16 de agosto

Terça e quarta, das 17h às 22h

Programação completa em dancaemtransito.com.br

Sempre a se expandir, o Festival Dança em Trânsito é realizado, em 2023 com parceria e realização SESI-SP, apresentando circuitos que passam pelas 5 regiões do Brasil e por 5 cidades estrangeiras.

 

15 DE AGOSTO, TERÇA

ROTAS AFORA, Residência de Intercâmbio do Grupo Tápias (Brasil e França)

17h (20 min.)

Esplanada, Centro Cultural Fiesp

Entrada gratuita – Classificação Livre

Idealizado e dirigido pela coreógrafa Flávia Tápias (Brasil), ROTAS foi desenvolvido numa residência em parceria criativa com intérpretes brasileiros, artistas convidados da República Tcheca e refugiados da Ucrânia convidados. A proposta foi o encontro, e a vivência das histórias individuais que se entrelaçam. Os encontros foram programados para realização em duas partes – Brasil e República Tcheca, no primeiro semestre do ano. As apresentações do resultado dos encontros ROTAS também serão realizadas nos dois países em parceria com os festivais TANEC PRAGA e Dança em Trânsito.

O que descubro no corpo do outro? Como enriquecer um espaço-tempo comum, que abrigue a diversidade e a beleza que podemos criar juntos?

Ficha técnica: Idealização e direção: Flávia Tápias | Coreografia: Maxime Cozic | Bailarinos: Bruno de Almeida Gregorio, Emerson Silva Oliveira, Lucas Rodrigues Pardin e Ruan de Oliveira Trindade

 

OXYMORE, Cie Felinae (França)

17h25 (15 min.)

Espaço Café, Centro Cultural Fiesp

Entrada gratuita – Classificação Livre

Oxymore é um duo cujo ponto de partida é abordar o estado de embriaguez. É uma obra que mostra diferentes modalidades de relações de poder que podem surgir em contextos de ebriedade, como, por exemplo, uma saída de boate, durante a qual dois amigos que se fazem companhia podem acabar entrando em conflito.

Ficha técnica: Direção artística: Maxime Cozic | Coreografia: Maxime Cozic e Sylvain Lepoivre | Criação de luz e iluminação: Lucas Baccini | Composição e operação de som: Arsène Magnard | Produção: Elisa Le Corre

 

SCOTOMA, Clémentine Télesfort e Lisard Tranis (Espanha)

17h55 (23 min.)

Mezanino, Centro Cultural Fiesp

Entrada gratuita – Classificação Livre

Reservas antecipadas pelo site – 50 lugares: https://www.sesisp.org.br/evento/32680e21-b7d3-4966-b422-c1d919d23dd2/danca-em-transito-scotoma

Scotoma é uma peça de dança que fala sobre atenção. Um convite para refletir sobre o que a capta e o que a direciona. Será que conseguimos perceber o que estamos considerando como óbvio ou notar o que está oculto, à primeira vista? Scotoma nos convida a observar o encontro de duas pessoas imersas em seu próprio mundo.

Ficha técnica: Direção e performance: Clémentine Télesfort e Lisard Tranis | Música original: Otis Jones | Olhar externo: Hansel Nezza | Cenografia: Diego Sinniger | Agradecimentos especiais: Iris Borràs Anglada, Valentine Ezavin, Valentina Azzati

 

INVISIBLE TRACES, Yana Reutova & coll. (República Tcheca e Ucrânia)

18h20 (20 min.)

Mezanino, Centro Cultural Fiesp

Entrada gratuita – Classificação Livre

Reservas antecipadas pelo site – 50 lugares: https://www.sesisp.org.br/evento/e1d84fbc-7513-446b-8b6a-bd8978d14958/danca-em-transito-invisible-traces

Um fato interessante é que as impressões digitais podem permanecer no corpo humano por um longo tempo quando tocadas. Todos os dias transmitimos nossas informações e recebemos as de outra pessoa, somos seus portadores sem saber. As impressões digitais são únicas e irrepetíveis, como o ciclo da vida. Elas nos tornam únicos e armazenam todas as informações sobre nós. Fazemos muitas conexões invisíveis todos os dias. Mas, ao mesmo tempo, estamos sozinhos em nossa singularidade.

Ficha técnica: Conceito: Yana Reutova (UA) | Coreografia: Yana Reutova (UA) junto com os artistas: Jitka Cechová, Katerina Jaburková, Lukáš Bliss Blaha (CZ) | Música: Tomáš Kerle (CZ) Jitka Cechová, Katerina Jaburková / Žaneta Musilová, Lukáš Bliss Blaha (CZ) | Cenário, objeto: Lucie Podroužková, Štepán Rubáš (CZ) | Produção: Tanec Praha / PONEC | Apoiado por: Ministério da Cultura da República Tcheca, Cidade de Praga, Fundo Estatal para a Cultura, EFFEA | Agradecimentos: Krenovka, SUDOP Real e Yvona Kreuzmannová e toda a equipe da Tanec Praha

 

LA MEDIDA QUE NOS HA DE DIVIDIR, Qabalum Company (Espanha)

18h45 (17 min.)

Foyer, Centro Cultural Fiesp

Entrada gratuita – Classificação Livre

São necessários dois lugares para criar uma fronteira.

Este espaço está cheio de linhas paralelas ao tempo que nos atravessa e que não é verdadeiro, nem único, nem nosso.

Se assim não fosse, não seríamos mais o receptáculo de nada, nem à medida que nos dividiria.

E, no entanto, como poderíamos sequer intuir que esse era o futuro?

Ficha técnica: Coreografia e performance: Diego Pazó e Lucía Burguete | Música: Luisillo Kalandraka | Produção e distribuição: Patty Hinchado

 

COREOGRAFIA DE MAXIME COZIC (FR), Criada para artistas profissionais de São Paulo-SP

19h10 (10 min.)

Foyer, Centro Cultural Fiesp

Entrada gratuita – Classificação Livre

Coreografia criada para artistas profissionais de São Paulo/SP.

Maxime Cozic começou a dançar hip-hop aos oito anos, antes de se abrir a outros estilos mais acadêmicos: modern-jazz, clássico e contemporâneo. Após um ano de estágio profissional em Bordeaux, no centro Rêvolution, dirigido por Antony Égéa, tornou-se intérprete de Laura Scozzi em “Barbe-neige” e “Os 7 porquinhos adormecidos”. Este primeiro trampolim profissional o levou rapidamente a colaborar com Mourad Merzouki (Yogeety), Fouad Boussouf (Transe, NASS), Mickaël Lemer (Crossover, Butterfly, Versus, Rouge, Traces) e Étienne Rochefort (Wormhole, Vestiges, Oikos Logos, Bugging), e também com Dominique Rebaud (Des mondes et des anges) e Yann Lheureux (Gravity.0). Em 2019, criou sua empresa Felinae com seu primeiro solo “Emprise”. Atualmente ele está trabalhando em sua próxima criação: “Oxymore”.

Ficha técnica: Coreografia: Maxime Cozic | Bailarinos: Bruno de Almeida Gregorio, Emerson Silva Oliveira, Lucas Rodrigues Pardin e Ruan de Oliveira Trindade

 

CAFÉ NÃO É SÓ UMA XÍCARA, Grupo Tápias (Brasil e França)

19h30 (60 min.)

Teatro do SESI-SP, Centro Cultural Fiesp

Entrada gratuita – Classificação Livre

Reservas antecipadas pelo site – 456 lugares: https://www.sesisp.org.br/evento/86eba3d2-9410-4c7d-acc3-83c7553e7527/danca-em-transito-cafe-nao-e-so-uma-xicara

Um espetáculo de dança contemporânea inspirado na obra fotográfica de Sebastião Salgado. Café não é só uma xícara. Café é plantio, colheita, moagem, cheiro bom pela casa quentinha da memória. Um exercício lírico perpassado pela fé profana ou religiosa, por crenças, tradições e espiritualidade – sem, no entanto, subtrair do ser humano o poder de transformar e recriar sua realidade.

Ficha técnica: Direção Artística: Flávia Tápias e Giselle Tápias | Coreografia: Flávia Tápias | Colaboração coreográfica: Giselle Tápias | Elenco: Flávia Tápias (Brasil), Jeremy Kouyoumdjian (França), Mathilde Lin (França), Dilo Paulo (Angola), Samuel Samways (Brasil), Letícia Xavier (Brasil), Marina Cervo (Brasil), Clara da Costa (Brasil), Hugo Lopes (Brasil) | Produção: CDPD-RJ | Ensaiadora: Luciana Ponso | Criação do desenho de luz: Paulo César Medeiros | Sonoplastia: Isidoro Kutno | Criação e confecção do figurino: Luiza Marcier | Criação e confecção de cenário: Mina Quental | Operação de luz: Louis Radavelli | Assessoria de imprensa: Leila Grimming | Programação visual: TRUQUE, Fernanda Valois | Registro foto e audiovisual: TRUQUE, Fernanda Valois | Realização: Espaço Tápias

 

16 DE AGOSTO, QUARTA

UMBIGO DO SONHO, Fábio Costa (Brasil)

17h (20 min.)

Esplanada, Centro Cultural Fiesp

Entrada gratuita – Classificação Livre

UMBIGO DO SONHO encena a realidade de jovens negros por meio do encontro entre dança e psicanálise. Fabio Costa, quando criança, acompanhava a mãe, empregada doméstica, e trabalhava nos jardins das casas. Na adolescência, trabalhou na construção civil e viveu as brigas e tretas das quebradas, perdendo amigos no tráfico, até ser convidado, aos 20 anos, dançando na rua, a fazer parte de um grupo de dança. O psicanalista Musso Greco teceu a trama a partir dos sonhos e da história de Fábio.

Ficha técnica: Bailarino criador: Fábio Costa | Diretor coreógrafo: Musso Greco | Produtora e assistente de coreografia: Luciana Lanza | Criação de luz: Eliatrice Gischewski | Câmeras e edição: Gabriela Sá e Ícaro Moreno | Criação da trilha sonora: Guto Borges

 

SONORA, Companhia La Intrusa (Espanha)

17h25 (13 min.)

Esplanada, Centro Cultural Fiesp

Entrada gratuita – Classificação Livre

O vento que viaja pelo deserto de Sonora geralmente causa turbulência e aumento de temperatura. Ele move partículas de poeira e areia das áreas desérticas de onde vem. “Vento fraco, vento forte, violento e devastador! Maldito vento que me leva embora. Quem pode estar interessado em voar para longe? Agarro-me ao cimento, ao teu casaco ou à minha vontade. Qualquer coisa para não se deixar levar pela incerteza do futuro.” Não nos deixemos levar pelo que nos domina, pelo que nos desintegra. Sonora desperta a vontade de resistir.

Ficha técnica: Direção: Virginia García e Damián Muñoz | Criação e interpretação: Virginia García e Damián Muñoz | Música: Jesús Díaz (Making Music in Silence)

 

COREOGRAFIA DE DAMIAN MUÑOZ E VIRGINIA GARCIA (ES), Criada para artistas profissionais de Salvador-BA

17h55 (10 min.)

Espaço Café, Centro Cultural Fiesp

Entrada gratuita – Classificação Livre

A partir da residência artística “LA INTENCIÓN REPETIDA” (A intenção repetida), ministrada por LA INTRUSA – cia de Virgínia García e Damián Muñoz – intui conquistar um novo lugar. Visualizar um futuro. Permanecer no esforço, na energia para alcançar, com um movimento de entrega. Os obstáculos tornam-se desafios e as dificuldades são transpostas a partir da vontade. Não desistindo. “E se no fundo se trata de acreditar, por que não acreditar em algo novo?”, Kaj Munk.

LA INTRUSA é uma companhia de criação artística contemporânea criada em 1996 e dirigida por Virginia García e Damián Muñoz. A sua obra caracteriza-se, desde o seu início, pela capacidade de gerar espetáculos poéticos, de forte impacto visual e emocional, sempre com o desejo de empatia com o público, num tom intimista. O ponto de partida de La Intrusa sempre foi um trabalho de reflexão, de compartilhar seu pulsar vital, transferindo-o para a cena em metáforas de movimento, imagens, sons e palavras. Criam, dirigem e produzem projetos cênicos e audiovisuais pelos quais receberam diversos prêmios. Já apresentaram suas criações em mais de 30 países. Eles colaboram como orientadores de movimento em peças dirigidas por renomados diretores. Ministram aulas e workshops em prestigiadas escolas e centros coreográficos nacionais e internacionais.

Ficha técnica: Bailarinos: Vinícius Monteiro Lopes, Laiane do Carmo Conceição, Marcos Vinícius Teófilo de Almeida e Silva

 

NIHIL OBSTAT, Jorge Garcia (Brasil)

18h15 (30 min.)

Mezanino, Centro Cultural Fiesp

Entrada gratuita – Classificação Livre

Reservas antecipadas pelo site – 50 lugares: https://www.sesisp.org.br/evento/cdc41823-0f22-4ebd-b774-3dd5cae0ae43/dana-em-trnsito-nihil-obstat

Nihil Obstat (em latim Nada Impede) é a aprovação oficial do ponto de vista moral e doutrinário de uma obra que aspira ser publicada. Este solo deu início à trilogia Imprimatur, com as coreografias Imprimi Potest e Imprimatur, trabalhos que discutem a quem permite o aval para que um trabalho ou obra de arte possa ou não participar de determinado edital, mostra ou evento.

Ficha técnica: Concepção e interpretação: Jorge Garcia | Trilha sonora: Henrique Iwao | Improvisação Sonora: Eder O Rocha | Design de luz: Ari Buccioni e Jorge Garcia | Produção: Cristiane Klein/Dionísio Produção | Registro fotográfico: Silvia Machado, Mayra Azzi e Rose Carneiro e Charles Trigueiro | Espaço: Treme Galpão

 

ZERO, Company SIGA (Coreia do Sul)

18h45 (20 min.)

Foyer, Centro Cultural Fiesp

Entrada gratuita – Classificação Livre

Ecstasy dos momentos em movimento. Um movimento em direção a um nível superior de liberdade além dos meus limites. <ZERO> é um trabalho que procura encontrar uma resposta para esta pergunta persistente.  Depois de exceder o limite de 100% de limitações físicas e depois voltar para “ZERO”.

Ficha técnica: Coreógrafo: Hyuk Kwon | Dançarinos: Hyuk Kwon, Heajin Kim, Soyeon Kim, Hyelim Byeun, Jinyoung Yang, Jeonghwan O | Música: Bluechan | Design de Luz: Yujin Hong | Figurino: Wooseong Kim | Produtora: Hana Jo | Apoio: Korea Arts Management Service (KAMS)

 

SOLO GOLDBERG VARIATIONS, Virgilio Sieni Dance Company (Itália) 

19h30 (55 min.)

Teatro do SESI-SP, Centro Cultural Fiesp

Entrada gratuita – Classificação Livre

Reservas antecipadas pelo site – 456 lugares: https://www.sesisp.org.br/evento/f1661f96-4b36-4a86-bc98-24ff9c24f3a7/danca-em-transito-solo-goldberg-variations

SOLO GOLDBERG VARIATIONS se tornou um manifesto da arte coreográfica de Virgilio Sieni, um emblema de sua experimentação com o corpo e as linguagens da dança, sempre com o objetivo de ir além dos refúgios e codificações formais. Nessa obra, a música de Bach, executada ao vivo, define uma arquitetura métrica e imaterial na qual Virgilio Sieni se insere, colocando em movimento um repensar contínuo do corpo dançante, desenvolvendo uma performance que incorpora toda uma experiência humana, figurativa e coreográfica.

Ficha técnica: Coreografia, espaço e iluminação:  Virgilio Sieni | Interpretação: Virgilio Sieni (dança) e Andrea Rebaudengo (piano) | Música: As Variações Goldberg - J. S. BACH

 


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