A partir do processo de criação do espetáculo “IKU” o Núcleo Ajeum compartilha procedimentos coreográficos que atravessaram a pesquisa do trabalho tendo como estímulo os (in) pulsos de morte e vida. A ideia cíclica de movimento que elabora um ritual na cena e nos corpos enquanto propulsão de uma dança. Essa dança é a própria morte, a vida e o renascer. Esses procedimentos fazem parte da pesquisa de linguagem do núcleo denominado de “trinca poética” onde três pilares se intercruzam enquanto processo de investigação para o gesto Os pilares são: Afrossentidos, Corpo em Transe e Relatos Autobiográficos.
Mezanino do Teatro do SESI Campinas Amoreiras
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