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Meu Cão no SESI: 12 anos de acolhimento e recomeços

Quatro cães visitaram a sede do SESI-SP para representar as centenas de animais que ganharam uma segunda chance por meio do projeto

Quatro cães visitaram a sede do SESI-SP para representar as centenas de animais que ganharam uma segunda chance por meio do projeto

 Por: Priscilla Azara, SESI-SP
26/06/202611:10- atualizado às 11:10 em 26/06/2026

Clara, Mel, Mila e Bartô foram recebidos como verdadeiras celebridades no prédio da FIESP, na Avenida Paulista, nesta quinta-feira (25). A visita levou alegria aos colaboradores e representou as histórias dos 204 cães acolhidos pelo projeto Meu Cão no SESI. Os quatro representaram os 204 cães acolhidos pelo projeto Meu Cão no SESI ao visitarem o presidente da FIESP e do SESI-SP, Paulo Skaf, idealizador da iniciativa.

Paulo Skaf, apaixonado por cães e incentivador da iniciativa desde sua criação 
Fotos: Ayrton Vignola e Everton Amaro / SESI-SP/FIESP


Criado em 2014, o projeto nasceu a partir da primeira adoção realizada no SESI São José do Rio Preto, durante um evento comandado por Skaf. Desde então, a iniciativa se tornou referência em bem-estar animal, promovendo a adoção responsável, a conscientização sobre a causa animal e a convivência entre alunos, colaboradores e cães resgatados.

Ao longo desses 12 anos, o Meu Cão no SESI colecionou histórias de acolhimento, superação e afeto. A Mel, do SESI Diadema, tem uma ligação especial com a história do projeto. Em 2018, durante uma feira de adoção promovida pela unidade, ela foi uma das duas cadelas adotadas diretamente pelo presidente Paulo Skaf, reforçando o compromisso que sempre marcou sua relação com a causa animal.



Já a trajetória de Mila é marcada pela superação. Em 2020, após sofrer um grave atropelamento, ela conseguiu se arrastar até a frente do SESI São José dos Campos. O tratamento durou 45 dias e exigiu cuidados intensivos. Embora tivesse tutora, a responsável não pôde assumir os custos necessários para sua recuperação. Foi então que o SESI decidiu acolhê-la definitivamente, transformando um momento de dor em uma nova oportunidade de vida.

Bartolomeu saiu de Santana de Parnaíba para participar da visita. O bebê 'Bartô', de apenas 7 meses, vivia próximo ao portão da escola do SESI, exposto diariamente ao risco de atropelamentos. Hoje, depois de ser acolhido, tem proteção, cuidado, um ambiente seguro para viver e muitas crianças para brincar.

Uma das adoções mais recentes é a da Clara, que chegou ao Complexo Cultural SESI Itaquera grávida de seis filhotes. Lá ela encontrou acolhimento e segurança para dar à luz. Cinco deles foram adotados e ganharam novos lares. Um dos filhotes não resistiu ao parto. Clara permaneceu no SESI e, desde então, tornou-se parte da família da unidade.


Apaixonado por cães e incentivador da iniciativa desde sua criação, Skaf destacou o impacto que o projeto gera tanto para os animais quanto para as pessoas.

“Cada um desses cães carrega uma história de superação, acolhimento e recomeço. Ver como este projeto transforma o ambiente das nossas unidades e desperta valores como empatia, responsabilidade e respeito à vida é motivo de muito orgulho. O Meu Cão no SESI mostra que, quando oferecemos uma nova oportunidade a um animal, também ajudamos a construir uma sociedade melhor e mais humana”, afirmou o presidente da FIESP e do SESI-SP.

Atualmente, o Meu Cão no SESI acolhe 204 cães distribuídos em 102 unidades do SESI-SP, entre escolas e Centros de Atividades (CATs). Além de contribuir para a redução do abandono de animais, o projeto promove a educação para a posse responsável e fortalece a formação cidadã de alunos e colaboradores por meio da convivência diária com os cães.


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Fotos: Ayrton Vignola e Everton Amaro / SESI-SP/FIESP

 

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