Em 1956, na Holanda, houve a fusão do voleibol convencional
e o Sitzbal, esporte alemão que não tem a rede, praticado
por pessoas com mobilidade limitada e jogam sentadas,
resultando no Voleibol sentado.
Na modalidade podem competir amputados, paralisados cerebrais, lesionados na coluna vertebral e pessoas com outros tipos de deficiência locomotora.
Na Paraolimpíada de Toronto (1976), o voleibol sentado teve jogos de exibição. Quatro anos depois, o esporte coletivo foi incluído no programa de competições dos Jogos Paraolímpicos de Arnhem, na Holanda, com a participação de sete seleções.
Desde 1993 existem campeonatos mundiais da modalidade tanto no masculino como no feminino. Até Sydney (2000), o voleibol paraolímpico era dividido entre a categoria sentada e em pé.
A partir de Atenas, por decisão do Comitê Paraolímpico Internacional (IPC) passaram a ocorrer disputas somente com atletas sentados. As mulheres participaram da competição pela primeira vez em Atenas.
O sistema de classificação funcional do voleibol é dividido, portanto, entre amputados e les autres. Para amputados, são nove classes básicas baseadas na localização anatômica do membro amputado (joelho ou cotovelo).
Em les autres são enquadradas pessoas com alguma deficiência locomotora. Atletas pertencentes a categorias de amputados, paralisados cerebrais ou afetados na medula espinhal (paratetra-pólio) podem participar de alguns eventos pela classificação les autres.
Em relação ao convencional a quadra é menor, com 10m x 6m, e a altura da rede é inferior à da modalidade, com cerca de 1,15m do solo no masculino e 1,05m para o feminino.
Os atletas jogam sentados na quadra.
Abrindo espaço em suas instalações esportivas, o SESI-SP inicia o trabalho da modalidade na unidade de Suzano com duas equipes (masculino e feminino) dentro de um iniciativa de incentivo à prática deste e de outros esportes adaptados.
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