Sesi-SP vence Caramuru no vôlei masculino e perde do Fluminense no feminino - Notícia - SESI SP

Sesi-SP vence Caramuru no vôlei masculino e perde do Fluminense no feminino

12/03/2017 - Esporte

Amanda Demétrio, Agência Indusnet Fiesp

O objetivo para as duas equipes de vôlei do Sesi-SP neste fim de semana era fechar a fase classificatória bem, com bom ritmo, e foi isso que fizeram. Entrando em quadra na noite deste sábado (11/3), o grupo masculino enfrentou o Caramuru Vôlei em Castro/PR e fechou o segundo turno da competição com mais uma vitória. O placar de 3 sets a 1 (25/27, 25/22, 25/17 e 25/23) deixa a equipe da capital paulista na terceira colocação, com 52 pontos. Pelo feminino, mesmo sem ter vencido o Fluminense (3 a 1, com parciais de 9/25, 25/23, 23/25 e 16/25) na sexta-feira, as atletas conseguiram recuperar um início apático e equilibraram a partida.

Contando com o apoio da torcida, que lotou o ginásio Padre José Pagnacco, o Caramuru Vôlei fez o que podia para barrar a força do Sesi-SP e encerrar sua participação com vitória. Os paranaenses sacaram forte, furaram o bloqueio paulista e na raça abriram o jogo com 27/25. Mas, mesmo sofrendo com a pressão imposta pelos donos da casa logo no começo da partida, os meninos da capital paulista retomaram o bom entrosamento a partir da metade da segunda parcial, com direito à defesa com o pé do levantador Bruno, e chegaram ao empate de 1 a 1 no placar geral.

Fazendo algumas mudanças entre os ponteiros, colocando Murilo e Fábio para rodar, o time foi recuperando o controle. A partir do terceiro set os meninos da capital paulista corrigiram alguns erros e mantiveram a força no ataque com Theo e Alan. Outro fundamento que voltou a funcionar melhor foi o bloqueio. Com oito pontos do oposto Theo e três do Alan, o Sesi-SP abriu vantagem nas duas últimas parciais e ficou com o placar.

“O jogo hoje aqui hoje nós sabíamos que, apesar do time de Castro estar em último, ter ganho apenas dois jogos, era o último jogo em casa e que eles dariam a vida para fazer um bom encerramento. E infelizmente nós não entramos no espírito para isso. Nós viemos para o jogo e eles para a guerra e isso equilibrou o confronto. Mas enfim, passou essa fase, agora temos uma semana para encarar o adversário que for. Nós temos um time experiente, vivido e uma estrutura acostumada a enfrentar esse momento. Agora é respirar, ver nossas falhas, valorizar e treinar mais as nossas virtudes para entrar muito forte”, analisou o técnico Marcos Pacheco ao final da partida.

Segundo maior pontuador da partida, com 20 acertos, atrás apenas do companheiro de equipe Theo (21 pontos), o central Lucão ficou com o Troféu Viva Vôlei, eleito o melhor do jogo. Pelo Caramuru Vôlei, Eric marcou 17 vezes.

O Sesi-SP entrou em quadra com o levantador Bruninho, o oposto Theo, os centrais Lucão e Riad, os ponteiros Douglas e Alan e o líbero Pureza. Entraram Murilo, Fábio, Leitzke e Rafa.

Bloqueio do Sesi-SP parou o Caramuru Vôlei 
Foto: Amanda Demétrio/Fiesp

 

Superliga Feminina

As meninas da indústria foram até o Rio de Janeiro e sofreram no início da partida. Com uma parcial bem abaixo do habitual, viram as adversárias comandarem o jogo. Mesmo com a pressão imposta pelo Fluminense, além do apoio que a torcida carioca depositou em suas atletas, o grupo da capital paulista não deixou de crescer. Levando o jogo ao empate, a levantadora Giovana, a oposta Lorenne, as centrais Ju Mello e Linda Jéssica, as ponteiras Isabela Paquiardi e Gabriela Candido e a líbero Lais reagiram, acertaram mais os passes e deram trabalho. O terceiro set seguiu dando indícios de uma possível virada, mas erros de detalhe no final da parcial deram ao Fluminense, mais uma vez, a vantagem.

O grupo comandado pelo técnico Giuliano Ribas, o Juba, voltou a incomodar no início do quarto set, mas após a abertura de vantagem na parcial, não conseguiu parar a adversária e ficar com a vitória. Com o resultado de 3 a 1 as paulistas permaneceram na 11ª colocação com quatro pontos e agora aguardam para participar da Taça Ouro, competição que dá uma vaga para o retorno no grupo principal da Superliga.

“É visível o crescimento de todas nessa temporada. São meninas que chegaram aqui como meninas e deram um passo importante na formação de jogadoras profissionais. É claro que elas sentiram tudo isso ao longo da competição, estavam numa imensidão de profissionalismo e competitividade muito maior do que estavam acostumadas. Tiveram que se ajudar ao longo da temporada com as frustrações, pressões, fobias e medos, mas num balanço geral vejo que amadureceram umas com as outras e como grupo”, comentou o técnico Juba.