Sesi-SP perde para o Sesc-RJ na estreia do time feminino na Superliga 2017/18 - Notícia - SESI SP

Sesi-SP perde para o Sesc-RJ na estreia do time feminino na Superliga 2017/18

17/10/2017 - Esporte

Amanda Demétrio, Agência Indusnet Fiesp

Mesmo estreando em casa, com o apoio da torcida, a equipe feminina do Sesi-SP perdeu do Sesc-RJ na noite desta terça-feira (17 de outubro), em Santo André. O placar de 3 set a 0 (16/25, 9/25 e 21/25) colocou as adversárias na frente já na primeira rodada da Superliga 2016/17.

E não foi só a equipe paulista que estreou no torneio nacional: a jovem ponteira Thayná Rodrigues também. A carioca de 21 anos e 1,80m de altura se juntou na última semana ao Sesi-SP e já começou como titular. Com passagens pelo Botafogo, Pinheiros, São José e recentemente pelo CWB Madero, Thayná já tem no currículo vice-campeonato dos Jogos da Juventude em São Paulo e é campeã da Copa da Cidade Maravilhosa Juvenil, além ter os vice-campeonatos Carioca Infanto Juvenil e Superliga B.

“Não é fácil estrear, ainda mais quando é em um clássico contra o time do Rio e como titular. Mas estou muito feliz. O grupo me recebeu muito bem, as meninas se ajudam e me ajudam o tempo todo. Me sinto à vontade aqui e espero uma temporada muito boa”, comentou Thayná, camisa 7.

O Sesi-SP começou bem na partida. Vibrantes e com o apoio da torcida, as meninas tiveram facilidade em anular o Sesc-RJ em alguns momentos do jogo. Na sequência a experiência de algumas jogadoras do lado adversário dificultou o crescimento do Sesi-SP, que sentiu a pressão, se perdeu em algumas jogadas e acabou sofrendo o revés.

A jovem ponteira e estreante na equipe Thayná chamou atenção ao anotar os primeiros pontos. Nikole e Marjorie também apareceram bem e ajudaram a manter o Sesi-SP na cola do Sesc-RJ até os 12 pontos. Fechando o paredão contra a oposta Neneca, o time carioca passou a anular a força das paulistas e assumiu o ritmo do jogo.

Gabi Guimarães, Vivian e Monique cresceram, não deram espaço para o erro e com tranquilidade abriram dois a zero no jogo, fechando a segunda parcial com dezesseis pontos de vantagem. Mesmo abaixo, sentindo a pressão adversária, as meninas do Sesi-SP não se deixaram abater. Com Iarla no lugar da levantadora Pri Heldes, que sentiu o tornozelo direito, o grupo comandado por Lino voltou a incomodar.

Erros de ataque do lado carioca passaram a ser mais frequentes. A entrada da Kimberly no bloqueio e a passagem da central Raquel pelo saque colocaram o Sesi-SP na briga do set, mas ainda não na frente no marcador. O grupo lutou, pontuou e vibrou muito no fim da partida, mas no detalhe ficou atrás.

“Não podemos tirar o mérito delas pela vitória. Nós nos perdemos em alguns momentos do jogo, mas a cada dia estamos trabalhando tudo isso. Temos que manter nossos objetivos e seguir na luta”, comentou a oposta Neneca ao final da partida.

O Sesi-SP entrou em quadra com a levantadora Pri Heldes, a oposta Neneca, as ponteiras Nikole e Thayná, as centrais Marjorie e Raquel e a líbero Erika Pão. Entraram Cássia, Cecheto, Iarla, Andressa e Kimberly. O Sesc-RJ começou com Roberta, Mayhara, Vivian, Gabi Guimarães, Monique, Drussyla e Fabi.

A partida rendeu à oposto Monique, atleta do Sesc-RJ, o troféu Viva Vôlei, concedido à atleta eleita a melhor da partida.

Agora, o Sesi-SP se prepara para viajar até o Distrito Federal, onde enfrentará o BRB/Brasília Vôlei. A partida está marcada para o dia 21 de outubro, às 18h, no ginásio Sesi Taguatinga.

Outubro Rosa

A líbero Erika Pão, da equipe de vôlei do Sesi-SP, usou nesta terça-feira (17) uma camisa rosa durante a partida contra o Sesc-RJ em apoio à campanha pela prevenção do câncer de mama. A cor simboliza o movimento mundial conhecido como Outubro Rosa, campanha para sensibilizar a população para os riscos e a necessidade de diagnóstico precoce para esse tipo de câncer.


Sesi-SP não consegue superar Sesc-RJ na estreia na Superliga 2017/18.Foto: Helcio Nagamine/Fiesp