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09/04/2019 20:30 - atualizado às 17:26 em 23/04/2019

Alex de Souza, Agência Indusnet Fiesp

 

Uma das pautas do momento, o chamado Sistema S foi um dos temas discutidos em reunião do Conselho Superior de Responsabilidade Social (Consocial) da Fiesp, realizada nesta terça-feira, 9/4, no edifício-sede, em São Paulo. O mediador dos debates foi o presidente do Conselho, Raul Cutait.

Em meio às explicações, ele lembrou que o assim chamado Sistema S é composto por diversas entidades que representam diferentes setores produtivos, sendo o Sesi-SP e o Senai-SP os do setor industrial.

O superintendente do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP), Alexandre Pflug, apresentou as áreas de atuação da entidade e destacou os procedimentos adotados para garantir a transparência do uso dos recursos. “Investimos muito em educação, esporte e cultura. Passamos por controles do TCU, CGU, auditoria interna e publicamos tudo no nosso Portal da Transparência”, afirmou.

Ele também destacou o esforço da atual gestão para melhorar as 154 escolas de educação básica do Sesi-SP. Em 2004, a entidade tinha apenas 54 unidades próprias, as demais funcionavam em prédios cedidos ou alugados. “Iniciou-se então um grande trabalho para construir novas escolas, com espaços para laboratórios educacionais, implantação do ensino em tempo integral do 1º ao 5º ano do Fundamental, Ensino Médio articulado com Cursos Técnicos do Senai-SP, e hoje quase todas as escolas funcionam em prédios modernos e condizentes com a educação que oferecemos”, explicou Pflug.

Além das escolas, o Sesi-SP mantém 56 Centros de Atividades, com diversas atividades de lazer, esporte, cultura, cujo público prioritário é o beneficiário da indústria e seus familiares. “São espaços com piscinas, quadras poliesportivas, academia, e diversas áreas de lazer, que atendem em todo o Estado de São Paulo mais de 140 mil usuários”.

Pflug também destacou as ações do Sesi-SP na área de esporte e cultura, com atividades totalmente gratuitas. “Quem participa do Programa Atleta do Futuro, crianças e adolescentes de 6 a 17 anos da comunidade, ou da nossa programação cultural, que no ano passado atendeu 2 milhões e 300 mil pessoas, não paga um centavo por isso”, lembrou.

Braço capacitador da indústria

Por sua vez, o diretor regional do Senai-SP, Ricardo Terra, apresentou os dados referentes à instituição de ensino profissionalizante, que no ano passado realizou 823 mil matrículas em todas as modalidades de ensino disponíveis. “Segundo nosso regimento, temos a obrigação de reverter pelo menos 66,6% da arrecadação compulsória com cursos gratuitos. Nosso planejamento sempre é a maior. No ano passado, por exemplo, 74% da nossa arrecadação foram destinados a cursos com gratuidade, com 95% de alunos oriundos de escolas públicas e das classes C e D. Ou seja, cumprimos muito bem o nosso papel social”, defendeu Terra.

Com 92 escolas fixas e 74 escolas móveis, a entidade oferece cursos em mais de 30 áreas tecnológicas da indústria. “Estamos em todas as regiões do Estado de São Paulo. O Senai-SP é uma escola da indústria, que atende demandas da indústria, não apenas de modo quantitativo, mas principalmente qualitativo”, afirmou o diretor.

Segundo Terra, a escola formata seus cursos sempre a quatro mãos, considerando as necessidades da indústria e as competências necessárias para quem vai ingressar nesse mercado de trabalho. “Saber e não fazer, ainda não é saber, diz um ditado chinês. E nossa metodologia integra teoria e prática”.

Os cursos da modalidade Aprendizagem Industrial, voltados a jovens entre 14 e 24 anos, são totalmente gratuitos, com duração de dois anos. Os Cursos Técnicos, que preparam profissionais em nível de supervisão, também são gratuitos e com duração de dois anos. Além dessas, o Senai-SP atua na modalidade de Formação Inicial e Continuada, Graduação Tecnológica e Pós-Graduação, bem como serviços de consultoria a empresas.

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