SHOW


Com a proposta de proporcionar contato e troca de experiências entre os profissionais e os amantes de música – independentemente do gosto e do estilo musical – o Centro Cultural SESI Vila Leopoldina apresenta shows no projeto Sons Urbanos.

A entrada é franca em todos os eventos.

05/11 - Slim

Slim mergulhou na cultura hip hop por meio do grafite e do break dance, mas foi nas letras engajadas do rap que mais expressou seu talento. Em 2000, ele resolveu se dedicar apenas ao estudo das raízes da música brasileira, com interesse de conhecer profundamente todos os meios disponíveis para a sua produção em estúdio.

Com o conhecimento adquirido em suas pesquisas, Slim compõe suas canções. Há cinco anos, lançou seu primeiro CD independente, Slim Rimografia – Financeiramente Pobre (2003). No ano seguinte, o CD foi indicado para o Prêmio Hutuz, (principal premiação do hip hop brasileiro) na categoria Artista Revelação, além de ser classificado como um dos 10 melhores discos no cenário hip hop.

Seu segundo álbum, intitulado Introspectivo (2006), mostra toda influência dos gêneros musicais brasileiros em suas faixas, como o Samba, Bossa Nova, MPB e ritmos regionais e folclóricos. O disco recebeu, ainda, apoio da loja Cash Beats Records que propiciou a prensagem de um vinil com cinco faixas, o que torna possível sua reprodução por meio dos DJs em festas e eventos.

Além de poeta, rimador e produtor musical, Slim também é professor, ele participa de oficinas que levam a linguagem do rap para instituições como Casa do HIP HOP, Instituto Sou da Paz e setores da Fundação Casa.

 

12/11 - Black Sonora

A banda surgiu em Belo Horizonte (MG) e, desde 2002, segue rimando mineiro com cubano pelas ruas da cidade. A mistura de ritmos sai do meio artístico e vai para o meio da rua, passando pelo soul, samba-funk, hip-hop e outras ramificações da black music.

Influenciados pela sonoridade da música negra, os garotos da Black Sonora mesclam os mais variados ritmos da cultura afro, além de canções latinas, o que garante muito groove, suíngue e malemolência para suas apresentações. Eles também já dividiram o palco com bandas como Funk Como Le Gusta e Eddie - banda Pernambucana que despontou junto com o Movimento Mangue Beat nos anos 90.

Tributo ao Racional Tim Maia é o nome do projeto criado, em 2004, pela banda a fim de levar aos palcos a obra mais desconhecida de Tim com canções datadas de 1974 e 1975. Júlia Ribas, o rapper angolano Diamondog, Marku Ribas, Raquel Coutinho, Tambor Mineiro e Trovão de Minas são alguns dos artistas que já marcaram presença nos shows de homenagens.

Há dois anos, o grupo musical participou de diversos festivais de grande importância para os mineiros, como o Festival de Arte Negra (FAN) e Festival Internacional de Teatro (FIT). Uma de suas canções, Poesia Urbana, foi classificada para o Conexão Telemig Celular de Música e ganhou o primeiro lugar no 1º Festival de Música de Belo Horizonte.

 

19/11 - Vanessa Jackson

Vanessa Jackson foi criada no meio musical vendo a paixão do pai e do tio pela música. A garota cantava nas festas da família e decidiu entrar para o conservatório para estudar música clássica. Aos 13 anos de idade, começou a cantar na noite, fazer backing-vocal para os grupos Art Popular, Soweto e para o cantor Wilson Simoninha.

Mas, só após ser eleita pelo público a melhor cantora entre os participantes do programa FAMA, foi que Vanessa deu o primeiro passo para a realização de um sonho de criança.

A cantora gravou seu primeiro CD, Vanessa Jackson, em Los Angeles (EUA), no inicio de setembro de 2001. De lá foi para Barcelona (Espanha) para participar do programa Operacion Triunfo, uma versão espanhola do FAMA e, em abril de 2003, foi para Angola cantar ao lado de Jimmy Cliff, Youssou N’ Dour, Araketu,Roberto Carlos,Dog Murras, Erica Nelumba em evento do Dia da Paz e Reconciliação – em comemoração ao fim da guerra civil na Angola.

O seu segundo álbum, também intitulado de Vanessa Jackson, conta com a participação de Paulo Calansas no piano e teclado, além de Torquato Mariano na guitarra, André Lopes e Alexandre Marron no baixo e Marcos Arcanjo no violão. Nesse novo disco, Vanessa aposta em composições inéditas de uma nova geração de músicos.

 

26/11 - Ras Bernardo

A Baixada Fluminense foi palco do surgimento de um dos mais importantes personagens do cenário reggae brasileiro. A fim de participar de um pequeno festival, em Belford Roxo, Ras Bernardo montou a Lumiar, banda que despontou nas apresentações do Núcleo Experimental de Cultura (NEC).

Em 1989, o grupo musical mudou o nome para Cidade Negra e gravou seu primeiro disco Lute para Viver, trabalho de sucesso e que, contou com a participação de Jimmy Cliff nos vocais, na canção Mensagem.Falar a verdade, foi a música de maior sucesso do primeiro trabalho. Com ela, a banda se tornou conhecida nacionalmente. O segundo disco, Negro no poder, vem acompanhado de apresentações internacionais como no Sunsplash, em 1992, o mais importante festival da Jamaica.

Depois de sair do Cidade Negra, Ras lança seu primeiro trabalho em carreira solo. Sua discografia conta com dois álbuns: Atitude Pátria (1995) e Jah é Luz (2007) . Nas letras o mesmo tom contestador de antes, além de baladas românticas, influências de Gregory Isaacs eBeres Harmmond.


INFORMAÇÕES
Local Teatro do Centro Cultural SESI Vila Leopoldina
Horário 20 horas
Entrada Franca
Informações e Inscrições 11 3834-5523 / 3832-1066 ramal 1180
Capacidade 80 lugares
Duração Aproximadamente 70 minutos
Recomendação etária
14 Anos