ATLETISMO PARALÍMPICO

Atletismo Paralímpico

O Rendimento Esportivo Paralímpico do Sesi-SP teve início em 2009, na cidade de Suzano, com o vôlei sentado masculino e feminino. Em 2011, a entidade deu início ao desenvolvimento das modalidades bocha paralímpica, também em Suzano, e atletismo, na unidade de Santo André.

Em 2013, os projetos foram ampliados com o início das modalidades futebol de 7 (para pessoas com paralisia cerebral) e atletismo para cadeirantes, ambos na cidade de Suzano, além do goalball, jogo para deficientes visuais, em Mogi das Cruzes.

A cada ano o projeto tem trazido excelentes resultados, ajudando no crescimento do esporte paralímpico nacional e contribuindo para seu crescimento internacional.

O Sesi-SP foi a entidade com o maior número de atletas convocados para os Jogos Parapan-Americanos de Toronto, em 2015, com 15 participações.

Em 2011, o Sesi-SP criou sua primeira equipe de atletismo paralímpico na unidade de Santo André. O time contava com sete atletas, entre eles, o funcionário da entidade Marco Aurélio Lima Borges, que já havia conquistado medalhas no arremesso de disco no Parapan do Rio em 2007 e participado da Paralimpíada de Pequim em 2008.

A integração de atletas olímpicos e paralímpicos utilizando o mesmo espaço para treinamento viabilizou, além da promoção de valores como a inclusão e a superação, princípios da pedagogia do exemplo, principalmente pelos atletas paralímpicos, que já possuem grande experiência no esporte em competições regionais, nacionais e internacionais.

Desenvolvido atualmente nas unidades do Sesi-SP de Santo André e Suzano, o atletismo paralímpico contempla atletas divididos nas categorias: cadeirante, deficiente visual, deficiente físico e deficiente mental. 

 
 
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