o núcleo

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Coordenação Literária

Os novos autores participam de um programa de formação que consiste em aulas, oficinas e workshops, bem como têm a oportunidade de trabalhar com profissionais convidados – referências do grande painel da produção dramatúrgica contemporânea no Brasil e Reino Unido. Todo o programa está sob a égide da coordenadora literária. 


Julia Moraes
 

MARICI SALOMÃO 
desde julho/2008
Marici Salomão aperfeiçoou sua formação em dramaturgia com o dramaturgo Luís Alberto de Abreu - quando integrante do Núcleo dos Dez – e, depois, com Antunes Filho - primeiramente como participante do Círculo de Dramaturgia do Centro de Pesquisa Teatral (CPT) e, em seguida, como coordenadora (1999/2004). Também participou do I Workshop de Dramaturgia do Royal Court Theatre no Brasil e é jurada do Prêmio Shell de Teatro desde 2006.

Atualmente integra o núcleo de estudos e produção dramatúrgica Dramáticas em Cena, contemplado pela Lei de Fomento ao Teatro em 2008. Suas peças encenadas são Segredos (direção de Gabriel Villela); Atos de Violência (texto Shangrilá e direção de Helio Cicero); Impostura (direção de Fernanda D’Umbra) – apresentado no projeto E Se Fez em Sete Dias a Praça Roosevelt; Bilhete (direção de Celso Frateschi); O Pelicano (direção de Maurício Paroni de Castro); e Maria Quitéria (direção de Fernando Peixoto). Seu texto Retiro dos Sonhos foi um dos dez premiados no I Concurso Nacional de Textos Inéditos do SESI-SP (1995). Como jornalista, colaborou, entre 1999 e 2006, nos segmentos de teatro e literatura do Caderno 2, de O Estado de S. Paulo, e da revista Bravo!.


Thammy Pimentel 
 

CÉSAR AUGUSTO
Assistência
É ator, professor, dramaturgo e diretor. Iniciou nas artes cênicas em 1987, no Núcleo de Artes Cênicas do Sesi Santo André, sob orientação de Luiz Antonio Brock, com quem manteve a Companhia Madrágora por 13 anos. Depois, em 1995, formou-se como ator pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul. Graduou-se em letras em 2002 e, no  mesmo ano, passou a integrar o Centro de Pesquisa Teatral do Sesc Consolação – CPT, até 2008.

Nesses seis anos, foi assistente de direção de Antunes Filho e ator, além de ter sido coordenador do Círculo de Dramaturgia do CPT, de 2003 a 2008, e professor de retórica, dramaturgia e interpretação na mesma instituição. Foi também assistente de direção de Gabriel Villela e de Jorge Takla. Atualmente, é orientador de experimento na SP Escola de Teatro e assistente de Marici Salomão no Núcleo de Dramaturgia Sesi-British Council. É autor e diretor do infantojuvenil Lobato ou o Labirinto dos Sonhos e diretor de Plínio contra as Estrelas, de Paulo Santoro, ambos espetáculos em turnê pelo Circuito Cultural Paulista em 2014.

MUNIRA MUTRAN 
de outubro/2007 a julho/2008
Munira Mutran concluiu o doutorado em Letras (língua inglesa, literatura inglesa e norte-americana) pela Universidade de São Paulo, em 1977. Atualmente é Professora Associada da Universidade de São Paulo, atuando na área de letras, com ênfase em literatura irlandesa e literaturas comparadas.

  


AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DO NÚCLEO DE DRAMATURGIA SESI-BRITISH COUNCIL SEGUNDO OS AUTORES

Abaixo, trechos das avaliações sobre o Núcleo de Dramaturgia SESI-British Council - Marco Catalão, Eduardo Baszczyn e Melissa Scheleich, autores que também se destacaram durante o curso de 2008-2009.

MARCO CATALÃO“O trabalho com o Núcleo de Dramaturgia é muito estimulante, tanto pela troca de experiência com os outros escritores quanto pelas aulas da Marici, sempre desafiadoras e instigantes. A cada encontro, eu me sinto com mais vontade de escrever e reescrever.  A experiência com o Núcleo de Dramaturgia, para mim, foi uma oportunidade única. De um modo geral, o curso atendeu à minha expectativa, que era ampliar e aprofundar meu conhecimento acerca dos principais elementos da dramaturgia.”

EDUARDO BASZCZYN – “A formação de um dramaturgo não está baseada apenas no aprendizado de técnicas. Discutir o teatro, estar em contato com os textos clássicos, ler os contemporâneos, trabalhar e pensar o tema com outros autores, de estilos diferentes, também é fundamental para o processo de criação. E é isso que o Núcleo tem nos proporcionado”.

MELISSA SCHLEICH  – “Foi um ano incrível, de muitas descobertas. Acho que aprendi tanto; não só sobre dramaturgia, mas sobre tantas coisas. Sobre vida. O Núcleo é muito mais do que um espaço de aprendizado. É um espaço de troca, onde prevalece a heterogeneidade de estilos, formações, temáticas e visões. É um elogio às diferenças. O que nos move a participar de cada encontro ou palestra não é o compromisso de escrever, mas o desejo; esta vontade imperativa de produzir, de superar-se, de descobrir, de redescobrir na escrita o teatro, a lógica (ou a sua ausência). Não tenho dúvidas; participar do Núcleo foi uma oportunidade sem igual e está sendo uma experiência incrível!”










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