novos autores

Iniciativa inédita e inovadora no Brasil, nascida em 2007 pelas mãos da professora e doutora Munira Mutran, que criou sua metodologia, e coordenada pela dramaturga e jornalista Marici Salomão, o núcleo está voltado para a descoberta e formação de novos autores teatrais brasileiros. O projeto estimula a invenção, a busca por novos paradigmas, a criação de dramaturgias que expressem diferentes visões de mundo, linguagens e experimentações estéticas, livres dos padrões do teatro tradicional e comercial. Além de incentivar a discussão e reflexão de autores aprendizes com profissionais experientes em torno do cenário contemporâneo, oferece o exercício de técnicas, o estudo de teorias, atendimento individual e coletivo, leituras comentadas de peças, atividades práticas de escrita e sistema narrativo para compor novas poéticas cênicas e jogos de ilusão. Como parte do projeto, o SESI-SP seleciona avaliadores de textos que orientados pela coordenação e por meio de uma metodologia darão seus pareceres sobre os textos originais com o objetivo de identificar os potenciais novos autores de dramaturgia do país. Marco Catalão, Fernanda Jaber, Zen Salles e Gustavo Colombini são alguns dos prestigiados dramaturgos nascidos desta iniciativa, cujos textos estão arrematando prêmios nacionais e internacionais. Confira abaixo:

   

AMARILDO FELIX

AMARILDO FELIX

Amarildo Felix (1987), é ator profissional formado pela Escola de Arte Dramática – EAD/ECA/USP e estuda Psicologia na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC/SP.

Realizou várias montagens na EAD, entre eles, Danton.5, direção da Coletiva Núcleo dos 5 sob supervisão de Cristiane Paoli Quito e José Fernando Peixoto de Azevedo, em 2012. Sergipano de Aracaju, participou de diversas oficinas artísticas, com destaque para o Curso de Formação em Teatro, orientado por Tiago de Melo e Cia. Ciranda de Espetáculos, entre 2003 e 2007, no Centro de Cultura de Arte – CULTART/UFS. Como ator, fez parte das montagens de Diva, de José de Alencar, sob direção de Tiago de Melo, e O Ateneu, dirigido por Flávio Porto, em 2007, ambos encenados pela Cia. Ciranda de Espetáculos, em sua cidade natal. Entre os festivais mais importantes de que tomou parte, está o 26º Festival Internacional de Teatro Universitário de Blumenau – FITUB 2013, com o espetáculo Danton.5, no Teatro Carlos Gomes, que saiu premiado nas categorias Melhor Direção Coletiva, Melhor Conjunto de Atores, Melhor Trilha Sonora, Melhor Cenografia e Melhor Iluminação.

 
AVE TERRENA

AVE TERRENA

Ave Terrena (1991) estuda língua e literatura árabe na graduação em Letras pela Universidade de São Paulo – USP e já concluiu o curso de Artes Cênicas na Universidade de Campinas – Unicamp, tendo ingressado em 2010.

Atualmente, trabalha numa biblioteca e na Cisma, revista de crítica literária e tradução. No ano de 2013, trabalhou como produtor e professor de português; em 2012, no guarda-volumes da 30ª Bienal de São Paulo. Em 2010 e 2011 participou da comissão organizadora do Festival do Instituto de Artes da Unicamp.

 
DANILO MARCKS

DANILO MARCKS

Danilo Marcks (1981) é dramaturgo, roteirista, jornalista, locutor e ator. Ingressou na faculdade de Jornalismo, especializando-se em Rádio e TV.

Fez carreira como repórter, radialista e apresentador em rádios do Rio de Janeiro. Estudou em cursos de improvisação em Niterói. Em 2008, formou-se na faculdade de Artes Dramáticas. Como ator, esteve em vários espetáculos: Migramor, Rapunzel e Perdoa-me por me Traíres, entre outros. Em 2007, esse carioca escreveu Eu não Sei Dançar, ganhando prêmio de autor revelação no Festival de Teatro de Macaé, na sequência, Despertar, Três Cigarros, Sexo e Chocolate com Leite, além das peças teatrais do Projeto Caravana Iluminada Coca-Cola. No ano de 2009, esteve em cartaz na Casa Rosa, no Sesc Tijuca, com o roteiro de Conexões-Francesas. Em 2010, em Buenos Aires, Argentina, estudou dramaturgia e investigação autoral no Instituto Nacional da Arte de Buenos Aires e no Centro Cultural Ricardo Rojas; seu trabalho de conclusão foi o espetáculo Yo Necesito Decir que te Voy a Amar. No mesmo ano, iniciou mestrado em Teatro Latino Americano na UBA e Dramaturgia.

 
FERNANDO AVEIRO

FERNANDO AVEIRO

Fernando Aveiro (1981) é formado em Artes Cênicas, estudou mais de cinco anos no Centro de Pesquisa Teatral – CPT do Sesc/SP, coordenado por Antunes Filho.

Atuou nos espetáculos Toda Nudez Será Castigada, de Nelson Rodrigues, e A Falecida Vapt-Vupt, adaptação do texto deste mesmo autor, e na peça Policarpo Quaresma, baseada na obra de Lima Barreto, com temporadas no Brasil e no exterior. Paulista de Ribeirão Preto, esteve à frente da Via Certa Teatral, uma premiada companhia de arte-educação. Durante dez anos, trabalhou como orientador e coordenador e desenvolveu projetos socioculturais em empresas – Ecovias, Mapfre, AutoBan, entre outras –, prefeituras e secretarias de trânsito e de educação de São Paulo. Na Cia. Cornucópia de Teatro, encenou as peças A História de Amor de Romeu e Julieta, de Ariano Suassuna e A Sorte, o Gato e as Botas, de Amir Abdala, as duas sob direção de Dino Bernardi. Atualmente, dedica-se à dramaturgia e ao Caxote, uma companhia de teatro criada recentemente em parceria com outros artistas.

 
GABRIEL MÁXIMO

GABRIEL MÁXIMO

Gabriel Máximo (1993), estudou guitarra na Escola de Música de Brasília nos anos de 2008 e 2009. Em 2011, formou-se pelo Curso Técnico de Formação em Ator da Escola de Teatro e Dança da Universidade Federal do Pará – ETDUFPA.

Aliando os estudos de música aos de artes cênicas, compôs parte dos arranjos para o musical Ópera Profano, de Carlos Correia Santos, encenado em Belém. Atuou em No Trono, no teatro da UFPA. Em 2011, concebeu o projeto Teatro para Todos que foi contemplado com o Prêmio PROEX de Arte e Cultura da UFPA. Para este projeto, realizou a tradução a partir do original francês das obras inéditas em português Fragments de Théâtre I et II, do dramaturgo Samuel Beckett, e trabalhou em cena na montagem dessas peças, sob o título Quantos Infelizes ainda o Seriam hoje se Tivessem Descoberto a Tempo em que Ponto Estavam. Participou do espetáculo À Distância de Macbeth, atuando e compondo a sonoplastia tocada ao vivo, e integrou o Desvio Coletivo, grupo de experimentação em performance. Desde 2012, o brasiliense reside em São Paulo, onde cursa graduação em Artes Cênicas na Universidade de São Paulo – USP.

 
GLAUCE GUIMA

GLAUCE GUIMA

Glauce Guima (1983) é bailarina, atriz e diretora, atua no teatro e cinema, tendo sido premiada, em 2009, como melhor atriz no curta-metragem Descrição da Ilha da Saudade, de Alyne Fratari, em Goiânia/GO. Foi indicada como melhor atriz pelo espetáculo O Caderno Rosa de Lori Lamby, direção Ana Haddad, no Festival Mercadão Cultural, Rio de Janeiro/RJ. Em 2005, concluiu curso superior de Artes Cênicas na Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, Escola de Belas Artes.

Como atriz, seus trabalhos mais recentes são: O Cordeiro da Casa, monólogo dirigido por Carla Tausz; Bonitinha, mas Ordinária, texto de Nelson Rodrigues, direção de Eduardo Wotzik; e O Homem Travesseiro, texto de Martin MacDonagh e direção de Bruce Gomlevsky. Em 2007, essa mineira estreou como diretora no espetáculo E rebanhos, e cardumes, e... No cinema, atuou em curtas-metragens e fez assistência de direção em Paixão e Acaso e Primeiro Dia de um Ano qualquer, longas-metragens escritos e dirigidos por Domingos Oliveira. Também fez assistência de direção em programas de TV e produção em diversos espetáculos teatrais.

 
LUIZ ANTONIO FARINA

LUIZ ANTONIO FARINA

Luiz Antonio Farina (1991) é dramaturgo, diretor teatral e bacharel em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo – USP.

Dentre seus trabalhos, destacam-se Noite, de Harold Pinter, Hamlet, de William Shakespeare, e Ausência, de sua autoria, todas realizadas no Departamento de Artes Cênicas da USP, em 2011 e 2012. Sob orientação de Roberto Alvim, escreveu os espetáculos Voz e Entre. Atualmente, é professor de criação literária do Colégio Móbile, em São Paulo, e assistente de direção artística na Entreposto Comunicação Criativa. Participou de diversas oficinas, entre as quais, Oficina de Criação Dramatúrgica, com orientação de Roberto Alvim; Oficina de Campo de Visão, orientada por Marcelo Lazzaratto; Curso de Estrutura Corporal na Dança Clássica, com Lu Favoreto; Processos Criativos do Ator – ProCriA, grupo de estudos sobre o trabalho do ator, dirigido por Alice K, diretora e professora do Departamento de Artes Cênicas da USP.

 
MARCO KEPPLER

MARCO KEPPLER

Marco Keppler (1986) é paulistano, produtor formado em Rádio e TV pela Universidade São Judas Tadeu, de São Paulo, e também dramaturgo, pela SP Escola de Teatro.

É um dos fundadores do Coletivo de Dramaturgos, grupo que faz sua primeira ocupação no início de 2014 no Espaço Maquinaria. Em 2010, roteirizou e dirigiu o documentário Adoniran, ainda Sou uma Brasa,exibido na terceira edição do Festival In-Edit Brasil, realizado em 2011. Escreveu a peça Vende-se,em 2012, apresentada na Satyrianas, do mesmo ano, e, em 2013, criou seu segundo texto: Otto, que teve uma leitura dramática na Satyrianas nesse último ano. Desde o ano de 2011, Keppler faz produções na Cennarium, empresa de captação de espetáculos e peças teatrais.

 
MONALISA VASCONCELOS

MONALISA VASCONCELOS

Monalisa Vasconcelos (1985) é atriz e jornalista, formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal de Juiz de Fora – UFJF.

Em sua trajetória profissional, atuou no cinema – em Foda-se, Meu Amor, longa-metragem com roteiro e direção de Cláudio Gonçalves; e Plié, curta-metragem dirigido por Eduardo Levy – na TV – na série Puertas al más allá, do Discovery Channel, direção de Danny Galvidia, fazendo a personagem Damiana –, sobressaindo-se também na web. Mineira de Juiz de Fora, foi apresentadora em comerciais televisivos, escreveu roteiros e participou de diversos cursos e workshops. Dentre os trabalhos teatrais, destacam-se: Catadióptrico, baseado em seu roteiro original, dirigido por Letícia Olivaris, de 2012; Trilogia do Fim, direção de Hudson Senna, de 2011; e Drummond em Construção, texto e direção de Ricardo Calixto, de 2008. Monalisa é editora do blog O Percebedor, um espaço dedicado à divulgação e aprofundamento em novas formas de percepção da realidade – http://opercebedor.blogspot.com.br.

 
NATÁLIA XAVIER

NATÁLIA XAVIER

Natália Xavier (1991) é artista e educadora paulistana, formada em Pedagogia pelo Centro Universitário Salesiano de São Paulo – Unisal, e em Artes Cênicas pelo Teatro-Escola Célia Helena.

Leciona música para educação infantil na Escola Habitat. É dramaturga e diretora na Cia. Provisória. Seu texto, Peixiis, teve leitura dramática no 14º Festival Satyrianas. Integra o núcleo de criação dramatúrgica A Palavra e a Cena, de Cássio Pires e Alexandre Dal Farra. Participou da oficina Práticas para o Treinamento do Ator: Pantomina, Vaudeville e Melodrama, ministrada pelas atrizes Erica Montanheiro e Cris Rocha. Foi aluna-ouvinte da matéria A Carne e a Letra: Criação e Desenvolvimento do Texto Teatral, ministrada por Celso Cruz, na pós-graduação da ECA/USP, e estudante do curso Corpo, Respiração e Palavra: Em Busca da Presença para Contar Histórias, coordenado pela professora e pesquisadora Regina Machado. Realizou uma imersão artística com o ator Cacá Carvalho, ministrou oficinas e palestras sobre teatro-educação, sendo também integrante do Grupo Tema em diversas montagens e criações coletivas sob a direção de Guilherme Canto.

 
PÉRICLES SILVEIRA

PÉRICLES SILVEIRA

Péricles Silveira (1987), paulistano, é ator formado na Escola Superior de Artes Célia Helena e se dedica a exercitar habilidades relacionadas à criação de histórias em diversos formatos e mídias.

Realiza atividades abrangentes – direção, redação, roteiro, montagem, direção de fotografia, memorização e interpretação de textos e roteiros, fotografia digital, edição não linear utilizando o programa Sony Vegas, Final Cut, tratamento de imagem fotográfica e videográfica com Photoshop, Color e animação básica, usando o software After Effects. Atuou como pesquisador e estagiário de roteiro para José Roberto Torero e Marcus Aurelius para a série de oito documentários socioambientais Somos um Só; foi consultor de roteiro para a Secretaria do Audiovisual/Ministério da Cultura – MinC; participou do projeto Palhaçaria Esportiva, da Cia. Desajuste, em 2014; redigiu e interpretou texto em francês La Dernière Pomme, apresentado na FNAC/Paulista, com o apoio do Consulado Geral da França em São Paulo, classificando-se em oitavo lugar no concurso Allons, na França, em 2008.

 
PÉRICLES SILVEIRA

VINCE VINNUS

Vince Vinnus (1982) é formado em teatro pela escola Macunaíma e bacharel em tradução e interpretação pela Universidade Nove de Julho – Uninove.

Trabalha nas áreas de teatro, tradução, literatura e audiovisual, onde coloca em prática o conhecimento que adquiriu em experiências e atividades anteriores, como ator, dramaturgo e tradutor, buscando sempre o aprimoramento das poéticas do palco, por meio de cursos e oficinas. Paulista da capital, suas atuações mais recentes foram nos espetáculos Comédia da Revolução Sexual, de 2008 a 2012, Bingo Gotham!, de 2010, e Milkshake, de 2009. Como diretor teatral, atuou em Chá de Pêssego, Beckett nos Deve uma Esfiha, A Tortura e Outras Cenas Nervosas, Milkshake, Bingo Gotham! Escreveu as peças Um Blues em Saturno, de 2013, Relicário de Concreto, de 2012, e Canibais Vegetarianos Devoram Planta Carnívora, de 2011. Ministrou oficinas, entre elas: Teatro para Iniciantes, Técnicas Teatrais para Iniciantes, Teatro Livre, Teatro para Crianças, e Técnicas Teatrais.

 
VINICIUS GARCIA

VINICIUS GARCIA PIRES

Vinicius Garcia Pires, paulistano nascido em 1990, é estudante de Artes Cênicas pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, na habilitação de Interpretação Teatral.

No ano de 2012 foi orientador-estagiário, pelo projeto Ademar Guerra, atuando na cidade de Taquaritinga junto a Cia. Atlântida de Teatro. Participou de workshops e cursos ligados às áreas de atuação e dramaturgia. Já participou de estudos cênicos como dramaturgo, ator, iluminador e diretor".

 
DANIEL JOSE

DANIEL JOSÉ OLIVEIRA FARIAS

Daniel Farias formou-se bacharel em Direito pela UFBA (Universidade Federal da Bahia). Profissionalizou-se como ator no grupo Vilavox, então residente do Teatro Vila Velha, em Salvador (BA), onde participou de diversos espetáculos, coordenou oficinas, dirigiu leituras dramáticas e produziu circulações.

Como ator, trabalhou com diretores como Antônio Araújo, Patrick Campbell, Alexandre Kavanji, Osvaldo Rosa, Edvard Passos, Gordo Neto, Antônio Fábio, Jorge Alencar e com as diretoras Eliana Monteiro, Renata Lemes, Carmen Paternostro, Jacyan Castilho, Juana Navarro e Andrea Elia, dentre outros e outras.

Em São Paulo desde 2011, atuou em curtas metragem da USP, estudou o método Fátima Toledo, participou de diversas montagens da Cia. do Miolo e integrou o elenco da montagem "Bom Retiro 958 Metros" do grupo Teatro da Vertigem.

É Cofundador da Companhia a Três, em que trabalha na montagem de seu primeiro espetáculo, intitulado "L.E.R. - Área de Trabalho" nas funções de co-diretor, co-dramaturgo e ator e conta com as respectivas orientações de Luiz Fernando Marques, Cássio Pires e Juliana Monteiro.

 
JULIANA CALDERON

JULIANA CALDERON BORGES DE PAULA

Juliana Calderón é atriz e bacharel em Comunicação Social pela Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP. Seus últimos trabalhos em teatro incluem: 'Cabaré – E o tal do Mundo não se Acabou', musical com direção de Fernanda Maia; 'Disney Killer' de Philip Ridley, com direção de Darson Ribeiro; 'Mormaço', de Ricardo Inham, com direção de Zé Henrique de Paula; 'Valsa N.6' (como assistente de direção), de Nelson Rodrigues, com direção de Eric Lenate, leituras dramáticas de 'A Mulher sem Pecado', 'Vestido de Noiva' e 'Anti-Nelson Rodrigues' com direção de Marco Antônio Braz; 'Policarpo Quaresma', de Lima Barreto, com direção de Antunes Filho, 'Roberto Zucco' de Bernard Marie Koltés, com direção de Rodolfo Garcia Vázquez e 'Hipóteses para o Amor e a Verdade', texto e direção de Rodolfo Garcia Vázquez. Deve sua formação teatral ao CPT - Centro de Pesquisa Teatral, ao Grupo Tapa e às escolas britânicas The London Centre for Theatre Studies e Central School of Speech and Drama. Em sua estada em Londres participou das peças 'The Bar With No Name', texto e direção de Paul McNeilly, ' The Clean House', de Sarah Ruhl, com direção de John Dove e 'Dorotéia', de Nelson Rodrigues, com direção de Kwong Loke.

 
RAFAEL AUGUSTO

RAFAEL AUGUSTO DA SILVA

Rafael Augusto, 25 anos, natural de Franca, interior de SP, é ator da Companhia do Mofo, a qual encena atualmente o espetáculo Hotel Trombose, texto de Felipe Valério e direção de Fernando Gimenes. É formado pela Escola Livre de Teatro de Santo André, onde também cursou o Núcleo de Dramaturgia, com orientação de Ana Roxo. Desde a infância, escreve peças de teatro, rascunha contos e poesias, e arrisca-se em roteiros de telenovela. Graduou-se em Letras pela UNIFRAN – Universidade de Franca - em 2007, dois anos antes de iniciar seus estudos em Teatro na ELT. Integrou, em 2012, o elenco do espetáculo Catalão-Macaubal, texto de Antonio Rogério Toscano, dirigido por Cris Losano. A peça ficou em cartaz por três meses no Teatro Conchita de Morais, em Santo André. Também fez parte, como ator, do projeto Vigília – Experimento Cênico, texto de Cássio Pires, com direção de Ana Roxo e Mariana Vaz. Este foi um dos contemplados pelo PROAC 02 – Prêmio de Apoio à Criação de Espetáculos de Teatro 2012. Durante sua formação na Escola Livre de Teatro, participou dos seguintes exercícios cênicos: Londres ri de nós, a partir de A Vida de Eduardo II da Inglaterra, de Bertolt Brecht, com direção de Antonio Rogério Toscano, que também orientou Aquele que diz, a partir das peças didáticas de Bertolt Brecht; Baal – Hibernação na lama preta para os nossos corpos brancos, texto de Bertolt Brecht; intervenções narrativas com o conto Governados pelos Mortos, do livro Contos do Nascer da Terra, do moçambicano Mia Couto; e Noite, a partir de Harold Pinter. Em 2009 participou do projeto ENCASA com exercício cênico Crônica de uma morte anunciada, inspirado pelo romance escrito por Gabriel Garcia Marquez, sob direção de Luís Mármora, que também orientou o trabalho Um artista da fome, do conto do tcheco Franz Kafka, no mesmo ano. Em 2006, ganhou o 3º lugar de Melhor Direção do Festival de Cenas Curtas do Projeto Águas de Março, em Franca, pela montagem de Demorado Adeus, de Tenesse Williams. Pelo Grupo de Montagem do Núcleo de Artes Cênicas do Sesi Franca, participou de Nós à flor da pele, uma criação coletiva (2006); Vamos?, de Mário Vianna (2005); O Dia de Pierrot, de Timochenco Webbi (2004) e O Inspetor Geral, de Nikolai Gogol (2003), todos os trabalhos dirigidos por Alessa Hungria.

 
SHEYLA CRISTINA

SHEYLA CRISTINA SMANIOTO MACEDO

Graduada em Estudos Literários (Unicamp), tendo escrito nesse contexto a monografia escrever, demônio perverso (2011). Estuda Blanchot e Artaud em mestrado intitulado "Cruel razão poética: as exigências do espírito de poesia", o qual está sendo realizado com apoio da Fapesp no IEL-Unicamp. Participa do programa Rumos Itaú Cultural Cinema e Vídeo 2012-14, com o projeto "É osso: ausências que a morte cava, presenças que a imagem inventa". Fez oficinas de escrita criativa com J. G. Noll (2010) e Paulo Nogueira (2013), oficinas de linguagens cênicas diversas e participou de grupos de teatro amador. Participou também de peças de rua e performances urbanas com o coletivo multiTÃO (Labjor-Unicamp). Venceu o Primeiro Prêmio Estante Literária (Unicamp, 2012). Publicou o livro de poesias Dentro e folha pelo Coletivo Dulcineia Catadora. Escreve peças, ensaios, roteiros para rádio web, romances e mantém o blog http://semeiranemsheyla.wordpress.com

 
GABRIELA SANDES

GABRIELA SANDES BORGES DE ALMEIDA

Gabi Sandes já foi mochileira, babysitter e gestora de projetos culturais, entre outros desdobramentos. Atualmente, é doutoranda da PUC-SP, em Comunicação e Semiótica, onde estuda o cinema argentino contemporâneo, em seu processo de criação de roteiros. É mestra em Bens Culturais e Projetos Sociais, pelo CPDOC/FGV, e especialista em Gestão Cultural, área na qual trabalhou por quase uma década, até 2012. Desde 1995, tem intenso contato com o campo teatral e dramatúrgico, iniciado com o Curso Livre para atores da UFBa, ao final do qual ficou, por três meses, em Salvador, sua cidade natal, com o espetáculo "Intimidades". Desde 2001, investiga a narrativa dramática, seja na forma de roteiros cinematográficos ou de obras de teatro, com professores de diferentes linhas e abordagens como Roberto Duarte (BA), David França Mendes, Renato Icarahy e José Carvalho (RJ), Newton Cannito, Leonardo Moreira, Alberto Villareal, Stef Smith, Robert Mckee, Eliseo Altunada e Roberto Alvim (SP), e Sol Pérez (Argentina).

 
DANIELA DOS SANTOS

DANIELA DOS SANTOS DUARTE

Formada pela EAD (Escola de Arte Dramática EAD-ECA USP). Cursou História-Bacharelado na FURG – RS . Participou recentemente do Théâtre du Soleil, em atividades denominadas "estágios",ministradas por integrantes da Companhia como base a improvisação e jogos cênicos a partir de temas musicais. Com a orientação de Juliana Carneiro da Cunha, Maurice Durozier, Duccio Bellugi, Serge Nicolaï e Olivia Corsini. Mesa Redonda e Workshop com Alberto Villarreal (México) e Marcio Abreu (Brasil). Em 2011 foi selecionada pelo Royal Court theatre entre os treze dramaturgos emergentes. Fundadora e integrante da Cia Simples de teatro, sob orientação de Antonio Januzzelli. Ganhou em 2004 o prêmio de melhor atriz no festival Nascente de teatro de São Paulo, com a peça "Sobreviventes" direção de André Bortolanza.Ganhou 2006 melhor interpretação e roteiro com o texto "Muribeca" de Marcelino Freire no projeto rumos de audioficções do Itaú cultural. Outros espetáculos onde atuou recentemente: "Prekária" direção de Georgette Fadel, Love em Blembler's Direção de Georgette Fadel, Gota "D'água Breviário" Direção de Heron Coelho, "Escuro" Direção de Leonardo Moreira, "HAIR" Direção: Iacov Hillel e Direção musical: Maestro Abel Rocha, " As folhas do cedro" Direção de Samir Yazbek. Em cartaz com " Meu pai é um homem pássaro" Direção de Cristiane Paoli Quito.

 
CARLA MOREIRA KINZO

CARLA MOREIRA KINZO

Formada em Cinema pela ECA/USP e em Letras pela FFLCH/USP, é mestranda no Programa de Pós-graduação de Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa na FFLCH/USP. Publicou o livro de poemas Matéria (7Letras, 2012), ao lado de Caetano Gotardo e Marco Dutra, com apoio do ProAC de Primeira Publicação de Livro. Foi contemplada pelo ProAC de Criação Literária para desenvolver o romance Autópsia. Atriz formada pelo Teatro Escola Célia Helena, integra a Companhia Auto-Retrato desde 2008.

 
TERESA CRISTINA BORGES

TERESA CRISTINA BORGES

Formou-se em comunicação social e artes cênicas na USP, tendo complementado seus estudos com uma bolsa de iniciação científica e a participação no grupo de estudos “Tenda de Marias”, pesquisando métodos de criação desenvolvidos por companhias teatrais paulistas. Ministrou aulas para jovens e adultos da rede municipal de ensino, com foco na cronologia da história da arte e no movimento modernista brasileiro, realizando mostras e intervenções com os alunos. Foi selecionada para participar dos encontros de desenvolvimento da expressão do ator na companhia “Os fofos encenam” por meio das atividades previstas pelo Programa Municipal de Fomento ao Teatro. Integrou o Coletivo Cronópio na pesquisa e criação do espetáculo “Suicidas ou Daquilo que não mais sabemos” que teve como tema e fonte norteadora a obra de Albert Camus, “O mito de Sísifo”. Em 2011 participou do workshop de dramaturgia com o Royal Court de Londres, tendo escrito posteriormente duas webpeças na oficina Teatro-Inter-Cine realizada pelo “Teatro para Alguém”. Atualmente desenvolve um projeto de teatro em ambientes prisionais como foco de estudo para sua tese de mestrado.

 
HERBERT BIANCHI

HERBERT BIANCHI

HERBERT BIANCHI é ator e diretor de cinema com mais de 12 anos de experiência. Depois se formar em São Paulo em 2002, integrou o Núcleo Experimental de Artes Cênicas do SESI em 2005. Participou de dez montagens teatrais na cidade de São Paulo com destaque para Bárbara não lhe adora (Henrique Tavares, 2004), Os Jogadores (Hugo Coelho, 2005), Últimas notícias de uma história só (Otávio Martins, 2006), Novelo (Zé Henrique de Paula, 2011) e No coração do mundo (Zé Henrique de Paula, 2012).

Na televisão, integrou o elenco do seriado O Negócio (HBO, 2012) e do seriado Descolados (Band, 2011), produzidos pela Mixer, produtora duas vezes indicada ao Emmy Internacional, além de destacadas participações nas novelas Avenida Brasil (2012), Insensato Coração (2011) e América (2007), na TV Globo.

No cinema, protagonizou 5 filmes em curta-metragem com destaque para O Segredo dos Adultos (2012) de Jotagá Crema e Ivan Nakamura, Ao Meu Pai Com Carinho (2011) de Fausto Noro, O Paraíso em Suas Mãos (2010) de Carolina Ghidetti e Essa não é a história de Gregor Samsa (2010) de Thiago Luciano, todos com exibições em importantes festivais brasileiros e internacionais.

Em 2011, cursou a Oficina de Dramaturgia Contemporânea ministrada pelo dramaturgo e encenador Roberto Alvim, no Club Noir, e participou dos seminários Story e Genre, sobre escrita de roteiro, com o professor norte-americano Robert Mckee.

É autor do texto Dignity, ainda inédito no teatro e escreveu e dirigiu dois filmes em curta-metragem: Quando a noite acaba em silêncio (2011) – selecionado para o 37º San Francisco LGBT Film Festival e para o 20º Festival Mix Brasil – e Estou a caminho (2012), ainda inédito, projeto que recebeu o Prêmio Estímulo de Curta-Metragem, concedido pela Secretaria de Cultura do Governo do Estado de São Paulo.

 
LIGIA SOUZA

LIGIA SOUZA OLIVEIRA

Natural de Paranavaí (PR), é dramaturga, crítica, professora e pesquisadora. Formada em Artes Cênicas pela Faculdade de Artes do Paraná, é mestranda em Estudos Literários pela Universidade Federal do Paraná com a pesquisa acerca da obra do dramaturgo suiço Valère Novarina. Durante três anos fez parte do Núcleo de Dramaturgia do SESI Paraná sob orientação do dramaturgo Roberto Alvim. Ministra oficinas de dramaturgia em universidades e outras instituições culturais. Em 2011 foi contemplada pelo prêmio Oraci Gemba na categoria Bolsa Produção da Fundação Cultural de Curitiba, na qual desenvolveu a dramaturgia "Encontros Diários" sob orientação de Sueli Araujo e Lucienne Guedes. Mantém o blog Habitando o Papel (www.habitandoopapel.blogspot.com) com críticas de dramaturgias brasileiras contemporâneas publicadas.

 
ELIDIA MARIA

ELIDIA MARIA DE NOVAES SOUZA

Em fevereiro de 2013, foi feita a primeira leitura dramática de um texto seu: "Assentado", no Dramaturgias Urgentes (CCBB de São Paulo).

Na leitura de "Paixão segundo Nelson" – musical com colagem de textos de Nelson Rodrigues por Zeca Baleiro – trabalhou na produção para o Letras em Cena, no MASP (2012).

De 2010 a 2012, fez assistência de direção e de produção, e operou as projeções no "Quem tem medo de Curupira?" – musical infanto-juvenil de Zeca Baleiro. Fizeram uma temporada no SESI Paulista, viajaram pelos SESIs do interior do estado, percorreram quase todos os 45 CEUs e participaram do Festival de Teatro de Florianópolis 2012. A peça ganhou um prêmio APCA (Direção de Arte) e 4 FEMSA (espetáculo jovem, música, ator coadjuvante e luz).

De 2005 a 2006, traduziu três peças, sendo "Roadmovie", vencedora do Cultura Inglesa Festival, de Nick Whitfield e Wes Williams para o português, e para o inglês, "Mamy" e "Medinho Medão", estas duas da Companhia Le Plat du Jour, escritas por Alexandra Golik.

Tem participado de oficinas de texto dramatúrgico: Reinaldo Montero (dez 2012) e Leo Moreira (1º semestre 2012). E também oficinas de escrita criativa com professores como Noemi Jaffe, Marcelino Freire e Gilson Rampazzo (desde 2009).

Na não-ficção, é coautora de artigos e livros publicados no Brasil e no exterior, sobre temas de responsabilidade socioambiental, sustentabilidade e terceiro setor. Por solicitação da Harvard Business School, traduziu e revisou os casos de ensino "Starbucks & Conservation International" e "Cirque du Soleil". Cursou extensão universitária em responsabilidade social e terceiro setor oferecida pela USP e CEATS-FIA, é pós-graduada em comunicação social pela ESPM e geógrafa com bacharelado e licenciatura pela FFLCH /USP.

 
LUCIENE MONTEIRO

LUCIENE MONTEIRO

Com 13 anos foi a segunda colocada no concurso idealizado pela escola pública de 1º e 2º graus – EEPG Dr. José Manuel Lobo de Votuporanga, interior do Estado de São Paulo, sua cidade natal, com o poema intitulado "E agora Pateta?". Antes disso, porém, escreveu sua primeira peça baseada na estória de cinderela, "Cindelouca", aos 12 anos de idade. E antes disso ainda, escreveu e dirigiu uma apresentação sobre as aventuras de Narizinho (do Sítio do Pica Pau Amarelo), quando estava na 4ª série do primeiro grau, atuando nessa pequena incursão musical e poética, como Emília. Amante da escrita e do teatro desde sempre, é casada oficialmente com o direito, conforme sua graduação pela Faculdade de Direito da Universidade Mackenzie em 1998. É pós-graduada pela Faculdade Getúlio Vargas-Law em propriedade intelectual e atuante na área de marcas e patentes desde 2004, escreve contratos e petições jurídicas há aproximadamente dez anos. Atriz formada em 2002 pela escola de teatro Ewerton de Castro, também teve sua passagem pelo Centro de Pesquisa Teatral de Antunes Filho entre os anos de 2002 e 2003, onde pode exercitar sua "escrita dramática" e experimentar atuações "falso-naturalistas", em cenas propostas para o prêt-à-porter. Atualmente cursa pós-graduação em artes cênicas pela Faculdade Paulista de Artes, em São Paulo, prevista para finalizar no primeiro bimestre de 2012. Por fim, é ainda, e mais que tudo, hoje, mãe apaixonada pelo filho impar, uma legítima obra aberta e inacabada.

 
MARCOS ALBUQUERQUE

MARCOS ALBUQUERQUE

Graduado em Engenharia Civil pela POLI/USP (1996) e em Ciências Contábeis na FEA/USP (2007). Concluiu em 2005 o curso de Pós Graduação "Produção Executiva em TV e Cinema" na Fundação Getúlio Vargas de São Paulo.

Ator formado pela Oficina de Atores Nilton Travesso (2004) e pelo Teatro Escola Macunaíma (2005) com participação em diversas montagens teatrais entre 2004 e 2006.

Iniciou-se na dramaturgia em 2008, participando de oficinas com Roberto Alvim, no Espaço B_arco – Brasil Arte Contemporânea (2008) e no Club Noir (2008/2009/2010/2011). Participou também da edição de 2009 do Seminário de Dramaturgia do Arena, com Chico de Assis.

Em 2009, cinco peças curtas de sua autoria participaram do Ciclo de Leituras Encenadas de Dramaturgia Contemporânea do Club Noir: Senhor Toledo, O Monólogo do Bilheteiro, A Gaveta, Oceano e Cardápio. Escreveu ainda O Espelho (2009) e Sofia (2010), peças que também participaram de Ciclos de Leituras Encenadas de Dramaturgia Contemporânea do Club Noir.

 
MURILO DE PAULA

MURILO DE PAULA

Murilo De Paula, 27, formado em Artes Cênicas pela Unicamp (2007). Atualmente é orientador de teatro pelo Projeto Ademar Guerra e integrante da Caleidos Cia de Dança. Participou do Núcleo Experimental do SESI (2008-2009), quando atuou nos espetáculos "O bailado de Flávio de Carvalho", dir Roberto Lage e "Notas da Superfície", dir. Márcia Abujamra. Em 2010 dançou no espetáculo Mabe Ma, dir. de Tadashi Endo. Estudou dramaturgia com os dramaturgos Roberto Alvim, Samir Yazbek, Paula Chagas, entre outros, através de núcleos de pesquisa e cursos livres.

 
JOÃO DIAS TURCHI

JOÃO DIAS TURCHI

Nascido em Goiânia, vive em São Paulo desde 2007. Estudou direito na USP, na esperança de ser esse o caminho mais seguro às láureas da literatura. Morou em Londres, onde cursou "Law, Culture and Communication" na King`s College. Atualmente, pesquisa e trabalha com incentivo à cultura (lei rouanet e outras polêmicas) e é um dos idealizadores da Circuladô Produções.

Após tentativas de atuação (a mais recente, junto ao Teatro Oficina), percebeu que o texto lhe é mais encantador que o palco. Escreveu sua primeira peça "Janelas Acesas" e, com ela, ingressou no Núcleo de Dramaturgia.

 
BRUNO GONÇALVES

BRUNO GONÇALVES

Formado pela tradicional Escola de Teatro Macunaíma, também carrega em suas experiências passagens pelo Curso de Comunicação e Artes do Corpo na PUC São Paulo, Studio Fátima Toledo, Escola de Atores Wolf Maia, Globe-SP além de estudos na área de canto e dança. No ano de 2008/09 integrou o Núcleo Experimental de Artes Cênicas do Sesi. No teatro atuou em "Pororoca" com direção de Sergio Ferrara; "Notas da Superfície" com direção de Marcia Abujamra; "O Bailado de Flavio de Carvalho" com direção de Roberto Lage; "Avatar" com direção de Paulo Ribeiro; "Domingo no Parque" com direção de Paulo Faria; "Os 120 Dias de Sodoma" com direção de Rodolfo García Vázquez; "Esta propriedade esta condenada" com direção de Marco Plá ; "O Índio" com direção de Paulo Faria; "O Anjo" com direção de Adriano Cypriano; "Auto de Natal ou A quem buscais?" com direção de Bia Borin; entre outras.

 
DENISE SCHNYDER

DENISE SCHNYDER

22 anos, paulistana, estuda Artes Cênicas na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo onde participa hoje de estudos cênicos como dramaturgista. Fez cursos de escrita e roteiro. Atuou em peças e curta-metragens. Desenvolveu projetos e pesquisas na área de artes e performance. Nos últimos meses trabalhou como vendedora de livros e percebeu que seu amor pela palavra é anterior ao seu amor pelo palco. 

Desde pequena escreve incessantemente. Possui alguns contos e poesias, ainda sem publicações. Tem como suas maiores paixões o teatro, a literatura, a filosofia e a música.

 
TANIA GRILLO

TANIA GRILLO

Tania Grillo nasceu no Rio de Janeiro em 1980 e, na adolescência, viveu em países como China e Chile onde teve a oportunidade de completar seus estudos e ampliar seu conhecimento sobre outras culturas e línguas. Se formou em Design Gráfico pela PUC-Rio em 2003 e especializou-se principalmente na área cultural. Realizou trabalhos de comunicação visual e design de exposições, atendendo a diversos clientes, como: CCBB, SESC, Museu Nacional de Belas Artes, Museu do Futebol, entre outros. Trabalhou também com produção de arte e cenografia em filmes como Carnaval Blues e Amor em Três Atos, e espetáculos de dança junto a grupos da Escola Angel Vianna.

Participou, como artista, das exposições Aproximadamente 9 em 2002 no Castelinho do Flamengo, Currents em 2007 em Trinity Buoy Wharf, Londres, e do lançamento do livro China na editora Multifoco em 2008. Também em 2008 idealizou e realizou com Natalia Warth uma performance no metrô do Rio de Janeiro.

Em 2007 concluiu com distinção o mestrado em Visual Language of Performance na Wimbledon College of Arts – University of the Arts London, dando início ao seu trabalho na área de teatro. Ainda em Londres fundou com a artista inglesa Lizzy McBain a Cia. de Teatro UnderConstruction. Teve também a oportunidade trabalhar com outros artistas ingleses, como o grupo Punchdrunk, Geraldine Pilgrim do grupo Corridor e a dupla FrenchMottershead. Atualmente, além de trabalhar como designer, Tania desenvolve trabalhos nas áreas de teatro e artes plásticas realizando projetos de performance e peças site specific em ambientes urbanos e lugares históricos como Southside House em Wimbledon, Londres, Instituto Moreira Salles no Rio de Janeiro e Igreja St Mary the Virgin em Oxford, na Inglaterra.

 
THIAGO NASCIMENTO

THIAGO NASCIMENTO

É ator profissional, 23 anos. Integrante do "Grupo Ato: A", que atualmente está em processo de montagem do seu primeiro texto "Quando Eu Me Perdi de Vista". Com essa dramaturgia inaugural, foi selecionado para entrar na 4° Turma do Núcleo de Dramaturgia do SESI British Council. 

Nasceu no Maranhão e veio para São Paulo aos 11 anos de idade. Começou a fazer teatro em cursos e oficinas até ir parar na Escola Livre de Teatro de Santo André (ELT), onde se formou como ator, em 2010. Iniciou os seus estudos dramatúrgicos recentemente no Núcleo de Dramaturgia da ELT, sob coordenação de Ana Roxo.

Trabalha como ator na "Cia do Nada", de teatro. Que tem direção atual de Alexandre Tenório, e seguem com o processo de montagem do espetáculo "Taking Steps" de Alan Ayckbourn. Em paralelo, cursa o 2° Semestre do Curso de Licenciatura em Arte Educação com habilitação em Teatro da Faculdade Paulista de Artes.

 
JULIANA AMOREIRA TERRA

JULIANA AMOREIRA TERRA

Natural de Barretos-SP. Escreve desde os seus 8 anos de idade contos e poesias. Iniciou sua carreira como atriz aos 15 anos, com uma companhia mambembe de teatro chamada Rio Circular que viajava se apresentando pelo interior de São Paulo. Tem formação em Artes Dramáticas, Audiovisual e Dança. Em São Paulo, na área de Teatro, trabalhou em várias montagens infanto-juvenis. Na área da dança vem se dedicando desde 2006 ao estudo de danças étnicas, com ênfase no Odissi, dança clássica Indiana. Na área Audiovisual dirigiu dois curtas metragens de ficção e documentário.

 
CLEBER ERIK

CLEBER ERIK

Recifense de nascimento e coração, mas paulistano de vida e mente. Redator publicitário formado pelo Mackenzie – SP e blogueiro.

Apesar disso, procura fugir dos rótulos e prefere usar a denominação "profissional de criação". Recentemente fez parte das turmas de oficinas e laboratórios de dramaturgia da São Paulo Escola de Teatro ministrados por Aimar Labaki e Flávio de Souza.

Além do trabalho em agências publicitárias já escreveu para publicações voltadas para o público jovem e para a arte e cultura brasileira. 

Suas referências vão do dramaturgo Plínio Marcos ao cineasta Quentin Tarantino, passando por publicitários como Washington Olivetto.

 
DANIEL GRAZIANE

DANIEL GRAZIANE

Daniel Graziane formou-se em Geografia em 2001. Trabalhou durante nove anos na Bolsa de Mercadorias e Futuros. Em 2005 começa estudar atuação profissionalizando-se pelo Globe-SP. Como ator trabalhou em espetáculos teatrais com diretores com Antonio Abujamra e Ulisses Cruz. Pesquisa dramaturgia desde 2007 e especializou-se roteirista de seriados pela Academia Internacional de Cinema. Fez diversos cursos e oficinas na área da escrita e cinema. No ano de 2011 forma-se na primeira turma de dramaturgia da SP Escola de Teatro onde desenvolveu diversos textos como HOJE VOU ME DEDICAR AOS IDIOTAS (que participou do Projeto Ouvir e Contar na Satyrianas 2010) e SETE MIL TONS DE BRANCO. Atualmente desenvolve um seriado para o Canal Brasil.

 
ALESSANDRA CINO

ALESSANDRA CINO

Atriz e arte-educadora, é formada em Artes Cênicas pela ECA-USP, onde estudou com Renata Pallottini, Antônio Januzzelli e Clóvis Garcia, entre outros mestres. É cantora do grupo de serestas Nossa Serenata e estudou Canto Lírico na Escola de Música do Estado de São Paulo - Tom Jobim. Atua como educadora dando oficinas de canto e de Teatro do Oprimido, que teve oportunidade de aprender com o mestre Augusto Boal no Rio de Janeiro. Já fez cursos de dramaturgia com Luís Alberto de Abreu e Aimar Labaki.

 
JÚLIO DE LÓ

JÚLIO DE LÓ

Graduado em Comunicação Social pela Faculdade Cásper Líbero, se especializou em roteiro de cinema, publicidade e tv. Fez oficinas com Sid Field (EUA), Daniel Chaia, Miguel Machalski (Argentina), dentre outros. Viajou o mundo em busca de lapidar a palavra. Crônica, poema, conto, letra de música, são suas outras formas de expressão. 

Cursa atualmente disciplinas na pós-graduação da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Já realizou diversos trabalhos na área cultural: desde Comunicação Cultural na Poiesis – Organização Social de Cultura, até como produtor cultural na Maison de la Poésie, França. Participa de saraus e cineclubes em São Paulo. É roteirista e diretor do curta-metragem Existencialfobia.

 
BRUNO FRACCHIA

BRUNO FRACCHIA

Ator e escritor, nascido em 1985, iniciou suas atividades artísticas em 1998. Já atuou em mais de 10 espetáculos, novelas do SBT e em alguns curtas-metragens, entre eles o filme Terapias, de sua autoria, dirigido por Nuno Leal Maia (http://www.youtube.com/watch?v=4KKBA0-N4qc). 

Ao longo de sua trajetória, já foi aluno de Cleyde Yacónis, Luís Alberto de Abreu, Luiz Fernando Ramos, Sílvia Fernandez, Sérgio de Carvalho, Maria Thaís e Aguinaldo Silva, seu grande mestre e quem lhe proporcionou a oportunidade de se tornar um dos criadores da sinopse da telenovela Fina Estampa. Formando em Teoria Teatral pela USP, Fracchia também é colunista de teatro do site Instituto Artefato Cultural e ministra workshops sobre telenovela.

 
EDISON DELMIRO

EDISON DELMIRO

Roteirista, Edison Delmiro é publicitário de formação e, depois de ser radialista, se tornou docente de Comunicação Social. Doutor em Comunicação e Semiótica, é um entusiasta do audiovisual: pesquisa e ensina Roteiro e Teoria do Cinema. Quando era estudante universitário, flertou com o Teatro e foi assistente de direção em duas montagens: “Murro em Ponta de Faca” (de Augusto Boal) e “O Cara que Dançou Comigo” (de Mário Bortolotto).

Agora chegou a hora de se lançar como autor.

 
WAGNER MENDDES VASCONCELOS

WAGNER MENDDES VASCONCELOS

44 anos, paulistano. Formado em Língua e Literatura Portuguesa pela PUC SP, com pós-graduação lato-sensu em Fundamentos da Cultura e das Artes na Unesp. Fez diversos cursos de formação de ator e participou de quatro montagens, dentre elas “Noite de Reis” de Shakespeare, com direção de Edith Siqueira. Trabalhou também como assistente de produção e assistente de direção. Há 10 anos trabalha na assessoria de programação de um Centro Cultural.

 
THIAGO SALLES

THIAGO SALLES

Ator formado há dez anos pelo Teatro Escola Macunaíma e pós-graduado em Artes Cênicas pela USJT. Atuou em mais de dez peças em São Paulo, entre elas "120 Dias de Sodoma" em sua passagem pela Cia Satyros em 2005 e 2006. Protagonizou mais de 50 filmes publicitários até o momento. Em televisão participou, como ator, de projetos de teledramaturgia da Rede Bandeirantes e SBT. Leciona interpretação há sete anos em cursos livres e profissionalizantes de São Paulo.

 
MARI CARRARA

MARI CARRARA

Amante das letras desde os 6 anos, formou-se em Direito pela USP (2009) em nome de alguma ironia dramática pouco significativa. Em 2011, continuará no mestrado a pesquisa iniciada na graduação, sobre a utilização do Psicodrama Socioeducacional no Ensino Jurídico. Em novembro de 2010 fará 24 anos e concluirá, quem sabe com êxito, a seleção para servir à população na Defensoria Pública de São Paulo.

O romance Idílico, escrito aos 17 anos, foi publicado em pequena tiragem, e há um novoromance no prelo. Alguns contos apareceram em publicações paulistanas, e outros surgem constantemente no blog pessoal Influência. Fez algumas oficinas de teatro, principalmente no INDAC, durante as quais sentia mais vontade de escrita que de palco, o que vem sendo mais e mais aguçado nas aulas do Núcleo.

 
TANIA MOREIRA PESCARINI

TANIA MOREIRA PESCARINI

Cursou duas faculdades: jornalismo e letras na USP. Hoje, trabalha como jornalista freelancer. Antes, foi repórter em publicações especializadas como SBB e Executivos Financeiros. Durante toda a adolescência, no final dos anos noventa, estudou teatro na oficina do Vento Forte. Nessa época, percebeu que a vocação mesmo era escrever.

Começou redigindo poemas e contos, que lia em sarais, para amigos, aos 15 anos e nunca mais parou. Escreveu a primeira peça,  "Quarto Escuro", em 2009, inspirada nos contos fantásticos do Jorge Luis Borges e em idéias de tempo e espaço não convencionais. Com ela entrou para o Núcleo de Dramaturgia. 

 
MARCUS LEONI

MARCUS LEONI

É mineiro, formado em Letras pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e professor de Língua Portuguesa e Literatura. No Centro de Pesquisas Teatrais Grupo Divulgação foi professor de expressão corporal e atou em algumas peças, em Juiz de Fora-MG.

O interesse pela dramaturgia o levou a escrever sua primeira peça "Feliz Aniversário" que lhe rendeu a aprovação no núcleo de dramaturgia SESI-British Council. Atualmente ele trabalha como professor e redator, em São Paulo.

 
LUCAS LASSEN

LUCAS LASSEN

Ator formado pelo Indac - Instituto de Arte e Ciência em 2001, trabalhou com o diretor Marco Antonio Braz, Mauricio Marques, Inês Aranha e Maucir Campanholi e pelo CPT - Centro de Pesquisa Teatral, trabalhando durante dois anos com o diretor Antunes Filho (2007 e 2008). No Teatro atuou, entre outros, nos espetáculos: “Senhora dos Afogados” (direção Antunes Filho), “Totêmica” (direção Sandro Karnas), “A Menina e o Palhaço” (direção Mauricio Marques) e “Macbeth” (direção Maucir Campanholi).

Foi um dos autores do Infantil “O bobo que virou Rei” (direção de José Luis Junior), espetáculo este que se apresentou no Festival de Curitiba.

Em cinema atuou no curta-metragem “Espeto” (direção de Guilherme Marbak) e no longa-metragem “A Canção de Baal” (direção de Helena Ignes).

Em dramaturgia Lucas fez oficinas com os dramaturgos e diretores teatrais Roberto Alvim e o espanhol Jose Sanchis Sinisterra.

 
IGOR DIB

IGOR DIB

Cosmopolitano nato; nasceu, vive, trabalha e estuda na região da Av. Paulista, em São Paulo. Iniciou seus estudos na área teatral aos 15 anos, estagiou na área de ator no Teatro da Vertigem, época da Trilogia Bíblica, depois entrou para o CPT – Centro de Pesquisas Teatrais, coordenado por Antunes Filho, onde ampliou suas referências em artes e iniciou sua jornada na dramaturgia. Participou do Estúdio de riação Dramatúrgica criado por Roberto Alvim, espaço onde teve a oportunidade de explorar novas linguagens e estruturas dramatúrgicas. Atualmente escreve para blogs e trabalha na área de produção teatral.

 
LÉO NOGUEIRA

LÉO NOGUEIRA

Nascido em 11 de setembro de 1979 na cidade de São Paulo. Cursou jornalismo na Faculdade Cásper Líbero e trabalhou em diversos veículos de comunicação da capital paulista (como a TV Gazeta e a Agência de Notícias da Aids). Participou, em julho de 2002, do curso de Jornalismo Cultura (com Especialização em Cinema e Vídeo) ministrado pelo crítico Sérgio Rizzo. Ao longo de todo ano de 2005, participou de curso de Cinema (História e Linguagem) de Inácio Araújo. Em fevereiro de 2005, recebeu menção honrosa no Concurso Roteirista.com pelo roteiro cinematográfico de curta duração intitulado “Oi”. Em agosto de 2009, recebeu novamente menção honrosa no mesmo concurso pelo roteiro “Postite”. Em novembro de 2009, graças ao roteiro “Guerra Conjugal”, foi o segundo colocado no Concurso Roteirista.com. Em 2010, teve um conto publicado na coletânea “20 Cabeças e 22 Contos Imperdíveis”, organizada através de um concurso realizado por uma gráfica de São Paulo. O conto, de título “O Armário Embutido”, foi assinado pelo pseudônimo Gomez & Gomez. Escreve com alguma regularidade (e sobre tudo) no seu blogINDIEgesto.

 
GUSTAVO COLOMBINI

GUSTAVO COLOMBINI

Paulistano, 20 anos, é estudante de Artes Cênicas pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), na habilitação de Direção teatral.

Integrou grupos de estudo sobre História da Arte e Arte Contemporânea e pesquisa a dramaturgia contemporânea. Escreve contos, ainda sem publicações. Participa atualmente de estudos cênicos e processos de direção, como ator, dramaturgo, iluminador e diretor.

 
EDUARDO BRITO

EDUARDO BRITO

Paulista, 28 anos. Formado em Letras, com habilitação em português e língua grega. Em junho de 2010, fez curso intensivo de língua grega para estrangeiros na Faculdade Nacional de Atenas e Kapodistriako.

Atualmente, faz pesquisa na área de literatura grega contemporânea. Em 2000, publicou o conto “Algumas doses de solidão”, na antologia de  contos “Palavras de amor”, organizada pela editora Casa do Novo Autor. Fez as ilustrações do romance “2215 - Um belo recomeço”, de Domi de Melo, publicado pela Edicon, em 2002. No mesmo período, fez a tradução de textos para pesquisa para a peça: “Beckett em dois atos”, com direção de Lenerson Polonini, da Companhia Nova de Teatro Moderno. Em 2009, participou do estúdio de criação dramatúrgica, coordenação de Roberto Alvim, no Club Noir, onde desenvolveu sua primeira peça, “Entrada discreta pela porta dos fundos”, com a qual foi selecionado para o Núcleo de Dramaturgia do SESI de 2010.

 
DAVID ANDERSON

DAVID ANDERSON

Paulistano, David Anderson é formado em propaganda e marketing pela ESPM e em linguística pela USP. Já atuou como redator em várias agências de publicidade e também na área de marketing. Foi o vencedor do concurso daRevista da Folha -em que teve seu texto publicado e recebeu como prêmio uma viagem para Londres - e de diversos concursos de textos.
Publica há mais de quatro anos o blogue Miniconto (www.miniconto.blogspot.com), um pequeno grande blogue para grandes pequenos contos.
Está escrevendo um livro de contos e, além da literatura, tem profundo interesse por dramaturgia e roteiro, tendo participado de cursos e oficinas com o dramaturgo espanhol José Sanchis Sinisterra, com o dramaturgo português Jorge Louraço, com o roteirista Bráulio Mantovani, com os diretores e dramaturgos Calixto de Inhamuns e Aimar Labaki, entre outros.

 
ZEN SALLES

ZEN SALLES

34 anos, natural de São Luís/MA, formando em Jornalismo pela UFMA e com pós-graduação em Jornalismo Cultural e Jornalismo Multimídia pela PUC/SP.

Já trabalhou nos principais jornais da capital maranhense e participou do DramaMIX, evento que faz parte das Satyrianas, com as peças "Sem GELO" e "On $ALE".

Também participou de workshops e cursos em dramaturgia com o diretor inglês Max Key, com a teatróloga Tereza Menezes, com o roteirista Braulio Mantovani, Fernando Bonassi, entre outros.

 
BARBARA ARAÚJO

BARBARA ARAÚJO

É atriz com licenciatura em Letras Inglês pela PUC-SP e mestrado em Teoria Literária e Literatura Comparada pela USP, com a dissertação “Nora e Capitu: encontros e desencontros”. Atualmente se prepara para ser mãe e é artista-orientadora do projeto Teatro Vocacional. Por dez anos foi membro do núcleo artístico do grupo Teatro de Narradores e em 2009 iniciou sua jornada solo se aventurando a escrever para teatro.

 
VITOR FREITAS

VITOR FREITAS

Estudante de Artes Visuais, natural de Vacaria/RS, ator, professor de teatro e integrante do grupo de teatro "Gestus", coordenado pelo ator e diretor Jocler Turmina. Atualmente dedica-se ao projeto ASEMA e à Escola José Fernandes de Oliveira, onde coordena as Oficinas de Iniciação ao Teatro. Atuou em "Na Corda Bamba", "A Morte e a Donzela", "O Sequestro do Coelho da Páscoa", "Os Gaúchos", "O Nascimento de Cristo" e "Sabagaço I e II". Possui cursos na área de teatro como os cursos de Teatro de Playground, com Ramiro Silveira, Técnica Vocal para Atores, com Clarissa Pedrotti, e Oficina Intensiva de Teatro, com Raulino Prezzi.

 
LIA VASCONCELOS

LIA VASCONCELOS

Baiana, formada em Produção em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal da Bahia e especialista em Estudos de Teatro pela Universidade de Lisboa. Exerce a profissão de produtora cultural há nove anos, tendo atuado no setor do audiovisual na Bahia e em Portugal.

Participou de workshops e cursos de roteiro e dramaturgia ministrados por Sérgio Machado, José Pedro Serra, Wilson Coelho e Meran Vargens. Escreveu e dirigiu o curta de ficçãoSaliva Seca (1999) e o documentário O Extracotidiano (2000). Além de peças e roteiros, escreve também poesia, contos e crônicas, a exemplo do texto Entre Duas Cabeças, selecionado entre os melhores de julho de 2007 na seção Exercícios Urbanos do site Portal Literal [http://portalliteral.terra.com.br/artigos/exercicios-urbanos-julho2007].

Em março de 2010, ministrará em Salvador uma oficina de roteiro pelo projeto Cine Art’s. Sua produção literária pode ser conferida no blogwww.liaemsilencio.blogspot.com.

 
FERNANDA SANCHES

FERNANDA SANCHES

Atriz formada pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul em 2000. Cursou dois anos de Jornalismo na Uniban e Dança na Anhembi-Morumbi. Fez parte do Núcleo Experimental de Artes Cênicas do Teatro do SESI – São Paulo em 2005.

Entre as peças de teatro que atuou, destacam-se “Os Reis Preguiçosos” comCia Transe Express (França), “Chapetuba F.C.” de Oduvaldo Vianna Filho com direção de José Renato, onde também trabalhou como assistente direção. “Minha Nossa”de Carlos Alberto Soffredini e direção de Renata Soffredini, “O Que Eu Entendi do Que o Tom Zé Disse” com o Núcleo Experimental de Teatro do SESI, direção de Isabel Setti e direção musical de Andréa Drigo.

No cinema atuou em diversos curtas e nos longas: “As Doze Estrelas” de Luiz Alberto Pereira, “A Encarnação do Demônio” de José Mojica Martins, “Blindness” dirigido por Fernando Meirelles e “Signature” de Victor Steinberg.

Em 2004criou e dirigiu o grupo de teatro-dança Dabucuri com uma pesquisa sobre a cultura indígena, ritual e mitologia.

Entre os profissionais das Artes Cênicas com quem estudou, destacam-se:

Rui Madeira (Portugal), Mariana Muniz, Lu Favoretto, Guy Hollands (Reino Unido), Roberto Áudio, Wanderlei Bernardino, Denise Stockos, Juliana Carneiro da Cunha, Cacá Carvalho, Augusto Boal, Yokiu Waguri (Japão), Umberto da Silva, Fernando Lee, Luís Mello, Gilberto Gawronsk e Alexandre Dressler.

 
JAQUELINE VARGAS

JAQUELINE VARGAS

É carioca, formada em Artes Cênicas e roteirista de televisão. Alguns de seus trabalhos foram Zapping Zone,  Floribella 1 e 2 e Malhação 2008. Atualmente trabalha para o SBT. Em 2008 publicou seu segundo livro infanto-juvenil "Valentina - a herdeira da Magia".

 
DRIKA NERY

DRIKA NERY

Nasceu em São Paulo e cursou Cinema na Fundação Armando Álvares Penteado. Participou de oficinas de dramaturgia com Samir Yazbek e Ivan Delmanto. Estudou interpretação com os diretores Sérgio Ferrara e Olayr Coan. Frequentou laboratórios de criação literária e poética coordenados por Marcelino Freire e Donizete Galvão, além de laboratório de roteiro cinematográfico coordenado por Di Moretti.

Roteirizou e dirigiu os curtas-metragens Augusta rua (2005), Realidade experimental (2004) eRéstias (2003). Desde 2006 integra o Centro de Dramaturgia Contemporânea – grupo de pesquisa em dramaturgia coordenado por Paula Chagas Autran. É autora do livro de poesia Desde que comecei a desafinar. Escreve prosa, teatro e poesia no blog literário Peixe Cybernéticom.

 
PALOMA VIDAL

PALOMA VIDAL

É escritora, tradutora e professora de Teoria Literária da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Formada em Letras e Filosofia pela UFRJ. Realizou mestrado e doutorado em Letras na PUC-Rio. Sua dissertação de mestrado foi publicada com o título A história em seus restos: literatura e exílio no Cone Sul (Annablume, 2004).

Publicou também os volumes de contos A duas mãos (7Letras, 2003) e Mais ao sul (Língua Geral, 2008). Participou das antologias 25 mulheres que estão fazendo a nova literatura brasileira(Record, 2004), Paralelos: 17 contos da nova literatura brasileira (Agir, 2004), Os cem menores contos brasileiros do século (Ateliê, 2004) e A visita (Barracuda, 2005). Também publicou artigos sobre literatura latino-americana em diversas revistas especializadas, brasileira e internacionais, entre elas Alea, Ipótesi, Estudos de literatura contemporânea e e-misférica.

Traduziu, entre outros, Aparições, da escritora mexicana Margo Glantz, e Romance negro com argentinos, da escritora argentina Luisa Valenzuela.

Desde 2003 edita a revista Grumo, publicação anual de literatura, arte e cultura latino-americana.

 
ANDERSON VITORINO

ANDERSON VITORINO

29 anos, é mineiro de Lavras e iniciou seus estudos de artes dramáticas aos 13 nos, quando entrou para um curso de interpretação. Ao final desse curso foi convidado a fazer parte de uma companhia de teatro infantil em Uberlândia (MG). Ainda na mesma cidade, Anderson começou a escrever e dirigir peças com o grupo amador Fetiche.

Durante um curso de cinema na Faculdade Unitri, Anderson escreveu e dirigiu o curta-metragem “Jurema, te amo!” (apresentado em mostras e festivais no Brasil e na Colômbia). Em 2004, já em São Paulo, participou do curso de teatro “O Caminho das Pedras” ministrado pela atriz Leona Cavalli, no SESC Ipiranga, dentre outros cursos livres de cinema e dramaturgia.

Atualmente, além de fazer traduções, escreve contos e crítica de cinema em seu blog e está no terceiro ano do curso de Letras na Universidade de São Paulo.

 
AIRTON DUPIN

AIRTON DUPIN

É formado em Artes Cênicas com bacharelado em Direção Teatral pela Escola de Comunicações e Artes – ECA/USP. Estudou Linguistica na Faculdade de Letras da Universidade de São Paulo. Tem formação de ator pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul e pelo teatro-escola Célia Helena. Atuou nos espetáculos “O retábulo das Maravilhas“, de Jacques Prevert; “Aurora da minha Vida”, de Naum Alves de Souza; “A Gata Borralheira”, de Maria Clara Machado; “Jorge Dandin”, de Molière; “Dorotéia”, de Nelson Rodrigues; “O Beijo no asfalto”, de Nelson Rodrigues; “Antigona”, de Sófocles; “A Grande Imprecação nos Murros da Cidade”, de Trancred Dorst; “A velha língua tece a teia”, de León Romero, entre outras.

Como diretor, dirigiu os espetáculos “Médico à Força”, de Molière; “Barrela”, de Plínio Marcos; “A Obscena Senhora D”, de Hilda Hilst; “Rútilo Nada“, de Hilda Hilst; “Bodas de Sangue”, de Federico Garcia Lorca”; “Merlin, ou a terra Deserta”, de Trancred Dorst; “O espelho de Narciso”, de Paulo Leminski; e “Sonho de uma Noite de Verão”, de William Shakespeare. Atualmente trabalha como arte-educador em oficinas culturais da cidade de São Paulo e leciona teoria do teatro em escola para atores.

 
LUIS ROBERTO

LUIS ROBERTO

Morador de Assis, no interior paulista. Formou-se em Jornalismo e Artes Cênicas na Universidade de São Paulo - SP. Fez pós-graduação lato-sensu em Fundamentos da Cultura e das Artes na Unesp. Trabalhou como repórter nos jornaisEstado de S. Paulo e Folha de S. Paulo e nas editoras Abril e Globo, nas editorias de cultura e turismo.

Sempre interessado pela dramaturgia, escreve peças. Uma delas é o monólogo “Pedido de Desculpas”, texto que o levou a ser selecionado para o Núcleo de Dramaturgia SESI-British Council.

 
RICARDO INHAN

RICARDO INHAN

23 anos, natural de Guaxupé/MG. Diretor e autor do espetáculo “A estúpida e apaixonada família de Mora”, que encerrou o festival de artes cênicas para grupos profissionais e amadores na cidade de Conselheiro Lafaiete/MG (2006). Autor do texto “Morfina”, encenado pela Cia. Artística Saco de Pão em Guaxupé/MG (2006).

Fez a adaptação do texto “Mão na Luva”, de Oduvaldo Vianna Filho, para o espetáculo teatral “O Tempo das Coisas”, do Núcleo de Artes Cênicas do SESI em Franca/SP (2008). É instrutor do projeto “Quiproquó”, de teatro e vídeo em escolas públicas e particulares no sul de Minas (2005/2006). Primeira turma do curso de Artes Cênicas do Instituto 14 Bis de Educação e Cultura; (2002/2005).

Prêmio de melhor texto original por “O Quarto Partido”, Festival de Cenas Curtas Águas de Março em Franca/SP (2008); Prêmio de melhor direção e melhor roteiro pelo vídeo “Dois Palhaços Castos Num Circo de Copos”, na Mostra 14 Bis de vídeo amador e universitário em Guaxupé/MG (2006); Prêmio Siac de Curta-metragem pelo vídeo experimental “... Ocultas” (2003).

É autor e diretor dos vídeos: “O Sexo” (2009); “Conversando sobre o bote salva-vidas e a xícara de café que a acompanhava” (2008); “Quando os Sinos Dobram” (2005) “Bons Amigos Sempre Retornam ao Lar” (2004); “A maçã” (2004); “Vidas Ocultas” (2003); “Mentes” (2001).

 
MELISSA SCHLEICH

MELISSA SCHLEICH

Tem 27 anos, é formada em Ciências Biológicas (2002) e Relações Internacionais (2006), ambos pela USP. Tem, também, formação técnica em atuação pelo Teatro Escola Macunaíma. Ainda estudou música - canto lírico, canto popular e teoria musical, piano, violão e guitarra - e dança - dança contemporânea, street dance, ballet e jazz.

Como atriz, atuou em 14 espetáculos, dirigiu outros seis e criou coreografias para o musical Vem Buscar-me que Ainda Sou Teu, de Carlos Alberto Sofredini. Produziu, roteirizou e dirigiu o curta-metragem O Visitante e escreveu a peça The Sunderminergic Traudsmine (2003).

Melissa: 
“O Núcleo é muito mais do que um espaço de aprendizado. É um espaço de troca, onde prevalece a heterogeneidade de estilos, formações, temáticas e visões. É um elogio às diferenças. O que nos move a participar de cada encontro ou palestra não é o compromisso de escrever, mas o desejo; esta vontade imperativa de produzir, de superar-se, de descobrir, de redescobrir na escrita o teatro, a lógica (ou a sua ausência). Não tenho dúvidas; participar do Núcleo foi uma oportunidade sem igual e está sendo uma experiência incrível!”

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CYNTHIA BECKER

CYNTHIA BECKER

Curitibana, 28 anos, formada em Artes Cênicas pela Faculdade de Artes do Paraná, participou no grupo SESC-Curitiba e do grupo CEFET-PR. Como atriz atuou em sete peças e três curtas-metragens:Bento Cego (1999), Polaco da Nhenha (2000) e O Punhal na Garganta (2002).

Cynthia: 
“O Núcleo está me dando a oportunidade de ser ‘lida’, aprimorando então meu olhar nesse oficio que é de transitar entre palavras e imagens... Um grande projeto!”

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NADYA MILANO

NADYA MILANO

Jornalista, formada pela Faculdade Cásper Líbero, faz roteiro e redação do programa Domingo Legal (SBT) desde 2006. 
Trabalha em tv desde 1981. Atuou na co-direção do Teleton/AACD (2005), na coordenação de produção do programa Hebe por cerca de nove anos. 
Autora de três cenas do espetáculo de teatro de rua, Viva Malasartes! História de um povo de algum lugar, com direção de Calixto de Inhamuns.

Nadya Milano: 
“As aulas e a convivência com o grupo, tão heterogêneo, têm sido uma experiência muito salutar para mim. Só sinto que os encontros sejam muito esporádicos. 
A maior influência que este processo causou em mim, até agora, foi aprofundar o olhar sobre o processo criativo - me perguntar o que tenho a dizer e respeitar o meu ritmo para criar. Sem negar, naturalmente, os prazos estipulados para a conclusão da obra. Ainda faltam muitos passos, mas o caminho já foi iniciado.”

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MARCO CATALÃO

MARCO CATALÃO

Escritor e tradutor de 34 anos de idade, é graduado em Letras (1995) pela Unicamp e mestre em Teoria e História Literária (2002) na mesma instituição. Escreve artigos sobre literatura em língua espanhola para o caderno literário Palavra, suplemento do Le Monde Diplomatique Brasil.

É autor de quatro títulos: Antes de amanhã (poesia - 2008), Os mais belos mitos gregos (narrativa infantil - 2008), Os mais belos mitos indígenas brasileiros (narrativa infantil - 2008) e Os mais belos mitos africanos (narrativa infantil - 2008).

Marco Catalão: 
“O trabalho com o Núcleo de Dramaturgia tem sido muito estimulante, tanto pela troca de experiência com os outros escritores quanto pelas aulas da Marici, sempre desafiadoras e instigantes. A cada encontro, eu me sinto com mais vontade de escrever e reescrever.”

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FERNANDA JABER

FERNANDA JABER

Tem 23 anos e é formada em Audiovisual pela USP. Autora do curta-metragem Sopa e co-autora do curta-metragem Mulher de Bandido, ambos de 2008.

Teve o roteiro original do curta Biriba selecionado em concurso para participar da oficina de roteiros do Projeto Sal Grosso, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (2006).

Fernanda Jaber: 
“Uma experiência absurdamente enriquecedora, tanto pelo contato com a excelente profissional Marici Salomão, que nos conduz com todo o empenho e comprometimento, quanto pelos workshops e pela convivência com os colegas do Núcleo. O SESI-British Council, através de uma ótima estrutura material e de uma equipe de profissionais competentes, fornece todo o suporte necessário para o sucesso do processo. Só tenho a agradecer pela oportunidade.”

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MARCELLO JORDAN

MARCELLO JORDAN

Tem 35 anos, é graduado em Arquitetura e Urbanismo na Universidade de Taubaté e se especializou com o premiado cenógrafo J.C. Serroni.Criou a cenografia de oito espetáculos teatrais e do show500 Anos Descobrimento Brasil, de Moraes Moreira.

Atualmente, atua como assistente de direção do dramaturgo e diretor Naum de Souza em projetos abrangendo as áreas de cenografia, direção, figurinos, composição e adaptação de textos para teatro e shows. Atua, paralelamente, com projetos de arte-educação em escolas e comunidades carentes do Estado de São Paulo.

Marcello Jordan: 
“Já fui Arquiteto, já fui cenógrafo, já tentei ser ator, já fui figurinista, pintor, escultor... sempre precisei me expressar pela Arte, e consegui.
Não consigo viver sem criar, não consigo ser sério nem normal. Mas, sempre por sorte ou destino, cruzaram no meu caminho grandes homens que me ensinaram muita coisa.
Serroni me profissionalizou, Jorge Takla me ensinou a rigidez, com Fernando Peixoto aprendi a prestar atenção aos detalhes, me diverti com Alexandre Reineck por um breve projeto.
Mas neste espaço não tem como deixar de falar do grande artista e grande amigo que acreditou em minha coragem e talento. Naum Alves de Souza sempre leu meus primeiros textos e me incentivou a deixar a timidez e a preguiça de lado e insistir nisso. Foi a pessoa que mais me ensinou sobre a Arte. Dentro da casa dele, trabalhando junto, cutucando nas prateleiras aprendi muito e devo muito a ele. Então resolvi começar.
Arrisquei e parece que tem funcionado. Quando achava que não ia conhecer ninguém que acreditasse em mim com tanta veemência, surge Marici Salomão que com muita delicadeza, competência e dedicação, me ensina dia a dia coisas que nem imaginava que existia. E me força a insistir no que acredito, que me ensina a achar a essência da escrita seja de qual forma for. E sempre me diz: ‘O que você quer falar ao mundo?’ Esta frase me acompanha todo dia.
E em meus textos procuro sempre, mesmo que por instinto, falar do cotidiano e da vida normal de nós brasileiros. Mesmo parecendo bobagem ou sem fundamento, acho que estes momentos são os mais delicados da vida, pois são nas relações íntimas que escutamos as loucuras e dificuldades de cada um.
Na intimidade que todos se mostram que somos absolutamente normais, somos sempre os mesmos, todos somos iguais. Quero nos meus textos retirar as máscaras, retiras as mentiras, retirar os jogos de poder, retirar o personagem que criamos para nos mostrar aos outros.

Espero agradar e trazer novas reflexões para que nós possamos conseguir aceitar, entender e deixar os julgamentos iniciais de lado. Por enquanto sei que não mudarei o mundo, mas pelo menos quero tentar mostrar que somos todos iguais, e assim, talvez. Tentar viver num mundo com mais respeito ao próximo.”

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FELIPE DE MORAES

FELIPE DE MORAES

Graduado em História (2008) pela USP, 29 anos, ele roteirizou e dirigiu dois curtas-metragens:Um Filme de Cinema (Petrobras/2002) – selecionado para o Festival Internacional de Curtas de São Paulo; e A Manhã após o Dilúvio –coletivo Antônio das Mortes (2007). 
Participou como escritor do projeto Shopsrealizado pelo British Council. 

Felipe:
"Aqui se aprende a escrever aprendendo a ouvir a escrita do outro"

Artigo Teatro Contemporâneo: pensando o pós-dramático

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EDUARDO BASZCZYN

EDUARDO BASZCZYN

Eduardo tem 32 anos, é jornalista e escritor. Formado em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo (1998) pela FMU/FIAM, já trabalhou nas rádios CBN e Bandnews FM e no Canal Futura. Atualmente, é apresentador e editor dos programas de literatura e música da Web Rádio Itaú Cultural. Tem contos publicados em antologias e é autor do romance Desamores (7Letras, 2007), finalista do Prêmio Sesc e do Prêmio São Paulo de Literatura.

Eduardo: 
"A formação de um dramaturgo não está baseada apenas no aprendizado de técnicas. Discutir o teatro, estar em contato com os textos clássicos, ler os contemporâneos, trabalhar e pensar o tema com outros autores, de estilos diferentes, também é fundamental para o processo de criação. E é isso que o Núcleo tem nos proporcionado”.

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RAFAEL CARVALHO

RAFAEL CARVALHO

Paulista de Atibaia, 25 anos, é ator, arte-educador e diretor formado pela Universidade Federal de Ouro Preto. Além da vivência no teatro amador, teve destaque em espetáculos como: O Despertar da Primavera (2004), O Teatro de Sombras de Ofélia (2006); Tabataba(2006); o monólogo Meu Corpo Noite Adentro(2008), além do curta-metragem Anjo (2007). Premiações na área de cenografia, interpretação em espetáculo adulto e infantil. 
A formação em arte-educação garantiu pesquisas com a Terapia do Riso, a Educação Especial e Educação de Jovens e Adultos, além do envolvimento em produções culturais de abrangência nacional, como o Festival de Inverno de Ouro Preto. 
Recentemente concluiu pesquisa de iniciação científica na área de dramaturgia, analisando peças sacras e referentes adaptações contemporâneas.

Rafael Carvalho: 
"O Núcleo está sendo o momento próprio para encontrar nomes compostos para a criação dramatúrgica. O mergulho na vivência e na história da escrita dramática estão proporcionando um campo de encontro e novas idéias. São novos momentos para Novos Autores."

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LOREANA VALENTINI

LOREANA VALENTINI

Tem 35 anos e é formada em Comunicação Visual (1995) pela Universidade Mackenzie, e em Direito (2002) pela Universidade Paulista(Unip). Como escritora publicou o título No Limite da Realidade, o romance Tristan, Cavaleiro de Arthur e um conto publicado no livro Contos de Advotados, selecionado em concurso em 2006.

Neste ano, o romance infanto-juvenil intituladoChapeuzinhos Azuis e o Lobo Bom. Escreveu, ainda, os romances históricos Demosthenes, uma Herança Grega Um Mago na Renascença. O último participa do concurso Leya 2008, em Portugal. Atualmente, cursa pós-graduação na PUC COGEAE em roteiros de áudio e áudio visual.

Loreana: 
“Da idéia tornar-se um texto teatral. Como estruturar um texto; as falas, os personagens, o enredo, o conflito, a catarse. A comédia, o drama, o lírico, o mimo e as pantomimas. O teatro pelo mundo; o mundo em um palco. O curso foi - e está sendo - um norte, uma direção para onde seguir. As idéias afloram; há apenas o lamento de não poder ter uma dedicação total, exclusiva, como o assunto e o trabalho merecem. Mas ainda assim, creio estar conseguindo um bom progresso.”

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LUISE COHEN

LUISE COHEN

Com 28 anos, é formada em Artes Cênicas pela Faculdade Paulista de Artes e é membro do grupo Entre Gados, da Cooperativa Paulista de Teatro. Como atriz atuou diversos espetáculos, como os clássicos O Tartuffo, de Molière e Fausto, de Goethe. 
Já como autora escreveu três textos: as comédias infantis A Casa dos Bonecos e O Duente Verde e o drama 4h17.

 

 

Luise Cohen: 
“O processo do Núcleo de Dramaturgia SESI-British Council é uma experiência muito gratificante. Apesar de sempre termos a sensação de que o tempo é ‘pouco’ para a quantidade de assuntos a serem tratados, o tempo que temos juntos tentamos aproveitar ao máximo. 
O processo é bastante enriquecedor, não só pelo estudo da dramaturgia, mas pela troca efetiva que ocorre entre todos os envolvidos. Essa troca é muito produtiva, pois o grupo é bem diverso e com pessoas muito talentosas. 
Nossa ‘responsável’ Marici Salomão, busca extrair do grupo o que de melhor ele pode oferecer, de um jeito entusiasmado, crédulo, animado, dá vontade de conseguir escrever algo genial, pra corresponder à altura. Ela nos dá referências, estímulos, exemplos, ‘cutucões’ e principalmente asas. 
Além disso, as palestras ‘Palavra de Dramaturgo’, e os workshops são bastante interessantes e acrescentam muito nessa formação.
Acredito que todo esse estudo, essa troca, resultará em produções bem apaixonantes.”

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GUSTAVO G. GONÇALVES

GUSTAVO G. GONÇALVES

Jovem paulistano de 18 anos de idade e trabalha no SSBJ Clube da Turma M'Boi Mirim na área cultural com jovens de até dezessete anos. 
Faz parte do curso de vivência no grupo da Cia. Paidéia de teatro desde 2003. Atuou em 7 espetáculos, entre eles: “O prodígio do mundo Ocidental”, “Sampa-Ópera-Samba”, “Honestamente”, “Fausto 1” e pelo projetoConexões, com as peças “Treta no jardim” de David Farr e “O primeiro vôo de Ícaro” de Luis Alberto de Abreu.
Teve um rápido trabalho com o dramaturgo e cenógrafo Naum Alves de Souza em cenas para o projeto “Arte na escola”, e atualmente participa da montagem de “Arena conta Zumbi” também na Cia. Paidéia de teatro.

Gustavo Guimarães Gonçalves: 
“O processo de aprendizado e influências em minha vida. Ao contrário de muitos cursos, não tem reprovação. Deve sim ter um resultado, mas que saia do nosso interno, nossa criatividade. Estamos estudando do grego ao contemporâneo com uma maravilhosa coordenadora, Marici Salomão. Os encontros são instigantes e não é um grupo de estudos cansativo, ao contrário, tudo acontece de maneira dinâmica e saímos do encontro com uma grande vontade de fazer o que queremos. A leitura é a nossa parceira de todos os tempos. E não é, nem deveria ser, instrumento de pesquisa apenas para quem escrever, mas para qualquer artista do mundo, sendo advogado, porteiro, administrador, lixeiro, bibliotecário, cobrador... Ou não apenas como profissional, mas como um pai educador ou um filho que desde cedo pensa em seus objetivos. Infelizmente a leitura não faz parte dos costumes do brasileiro e, na minha opinião, isso é o que dificulta muito nosso convívio social.
Estamos em tempos de comodismo; no agir, no pensar, no reagir e isso é explicitamente visto no nosso comportamento diante dos temas: política, música e outras manifestações artísticas. Por isso esses estudos são muito importantes para minha formação como dramaturgo e não irei decepcionar meus méritos escrevendopor escrever.
Agradeço a toda infra-estrutura que o SESI-British Council estão proporcionando, pois locais para estudos de dramaturgia são raros, com os participantes dispostos e os organizadores apostando e incentivando é uma raridade ainda maior.”

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