Jerônimo

Jerônimo

Exposição

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Robolito, Cimples e Onesto

Esplanada e paredes

L - Livre para todos os públicos

Robôs tridimensionais e graffiti nas paredes transformam locais de passagem em suportes artísticos, ativando o espaço e sensibilizando o olhar do público
As intervenções urbanas em muros e paredes são testemunhos da presença humana, desde as pinturas rupestres, passando pelos banheiros públicos de Atenas, até as manifestações políticas estudantis da década de 60. Jerônimo, porém, vai mais longe, ao se desprender da parede e povoar os jardins do SESI Araras, em esculturas que despertam a criatividade do público e expandem o alcance das pinturas murais, criadas pelos três artistas envolvidos no projeto.

Instalação e graffiti

Jerônimo faz parte do projeto Ocupação Artística no SESI-SP, no qual espaços diversos, tais como muros, arquibancadas, jardins, janelas, entre outros, se transformam em plataformas expositivas, recebendo interferências artísticas produzidas em diversas técnicas e materiais. Criada em 2013, a iniciativa promove o contato do público com novas linguagens artísticas, oferecendo-as em locais de grande visualização e circulação. Além disso, propicia o contato direto do espectador com o artista, que poderá acompanhar o processo de criação e construção da obra. 



Os artistas

Adriano Bohra (1981), mais conhecido como Robolito, atua nas ruas de Curitiba desde 2007. Seus Robolitos, como ele próprio afetuosamente refere-se a seus personagens, adensam as narrativas inscritas na pele da urbe por meio de mecanismos robóticos, sobressaltos de cores e padronagens geométricas. Ironizando a materialidade cinza e indiferente das cidades habituadas ao deslocamento em máquinas automóveis e ao relacionamento via máquinas computadores, Robolito pondera a desumanização do cotidiano e busca revertê-la romanticamente com seus robôs lúdicos. A utopia dos Robolitos toma forma também em telas, murais, desenhos, instalações, camisetas, botons, toy arts, esculturas e objetos tridimensionais. Processo que começou nas duas obras tridimensionais do projeto Robolitos no Jardim que foram realizadas em setembro 2015, no parque externo do Museu Oscar Niemeyer em Curitiba.

Valdecir Ferreira de Morais (1975), sempre Cimples. Seu despertar aconteceu junto à vinda do graffiti na Curitiba de 1994. Atua simultaneamente nas áreas de artes visuais, graffiti e design, com sua marca de vestimentas, a Dest, na revista curitibana Destroy e outras manifestações artísticas. Coordenou o espaço de arte ACASA (2008 a 2011).  Formado em Escultura (Embap/Unespar), já fez algumas curadorias de exposição em Curitiba e participou de várias exposições coletivas e individuais, como a Bienal Internacional de Graffiti Fine Art (Parque do Ibirapuera, 2015).

Alex Hornest (1972), o Onesto, é um artista multidisciplinar, que vive e trabalha em São Paulo, cidade que o inspira e o faz refletir sobre temáticas urbanas, lúdicas e introspectivas. Baseado nisso, produz sua obra focado na relação entre as cidades e seus habitantes, utilizando diferentes técnicas como pintura, escultura, colagem, fotografia e meios audiovisuais. Em suas composições a junção desses elementos resulta em texturas e contrastes, sendo que personagens do seu imaginário transitam em situações que podem ser interpretadas como realidade ou ficção, dentro de um universo lírico entre o caos e a agitação de onde são retirados, procurando sempre propor uma possível interação entre obra e espectador.



Informações
SESI ARARAS  22 DE OUTUBRO DE 2017 A 6 DE DEZEMBRO DE 2020


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